O Conselho Nacional da URAP, reuniu-se dia 12 de Novembro na Casa do Alentejo, em Lisboa, com a participação de 55 dirigentes de todo o país, sendo a sessão presidida por Carlos Mateus, da Comissão Executiva.
Na mesa estiveram José Pedro Soares, coordenador da URAP, César Roussado, Edgar Costa, Teresa Lopes, do Conselho Directivo, e João Madeira Lopes, da Mesa da Assembleia Geral.
José Pedro Soares fez a primeira intervenção, na qual abordou as questões políticas e sociais mais candentes, assim como as iniciativas e tarefas que a URAP tem pela frente, perspetivando os 50 anos da URAP que se assinalam em 2026.
Na sessão, intervieram 22 responsáveis de núcleos e activistas da URAP que apresentaram uma informação pormenorizada sobre o trabalho dos respectivos núcleos.
No final dos trabalhos foi aprovado, por unanimidade, o documento "Nos 50 anos da URAP, Abril, Abril sempre - Resistir e lutar".
O documento saúda os portugueses que lutam pela democracia e liberdade, ao mesmo tempo que condena os retrocessos que a política de direita tem trazido a Portugal, exemplificando muitos deles.
“Portugal pode ser um país muito melhor”, lê-se no documento, que aconselha “uma política diferente, que enfrente discriminações, combata a pobreza e a precariedade nas relações de trabalho, garanta melhores salários e pensões, maior justiça social e o cumprimento da Constituição da República Portuguesa”.
O documento aborda as eleições para a Presidência da República, marcadas para 18 de Janeiro próximo, e apela à escolha do candidato que “melhor garanta a defesa dos valores democráticos e a defesa e cumprimento da Constituição da República”.
Saúda os eleitos das autárquicas de 12 de Outubro passado “empenhados na defesa do bem-estar e direitos das populações”.
Denuncia “o efeito regressivo e perigoso para o regime democrático do crescimento da direita e da extrema-direita e dos seus projetos reacionários e retrógrados”.
Afirma que “a URAP é parte do grande e largo movimento nacional e internacional que luta pelo fim das guerras e pela paz no mundo”.
Congratula-se “com o aproximar dos 50 anos da Constituição da República Portuguesa, a celebrar em Abril de 2026”.
Lembra que a “URAP celebra a 30 de Abril de 2026 os 50 anos da sua fundação”, ao mesmo tempo que faz um balanço do trabalho realizado e a realizar pela organização.


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