No Porto, dia 9 de Maio, cinco centenas de pessoas marcharam entre o Largo Soares dos Reis – junto ao edifício onde no fascismo funcionava a sede da PIDE/DGS – e a Rua de Santa Catarina, exigindo a criação de um museu da resistência na Cidade Invicta.
A manifestação, promovida pela URAP, contou com o apoio de 240 subscritores, personalidades ligadas à cultura, à academia, ao sindicalismo, à justiça, ao jornalismo e à intervenção cívica.
Maria José Ribeiro, do Conselho Nacional da URAP e ex-presa política naquelas instalações, Teresa Lopes, do Conselho Directivo, que apresentou, e o jovem estudante Rui Rodrigues, presidente da Associação de Estudantes da Escola Artística Soares dos Reis, usaram da palavra.


A Assembleia Geral da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) dirigida pelo presidente da Mesa, João Madeira Lopes, reuniu-se, dia 21 de Março, na Casa do Alentejo, em Lisboa, com a presença de 121 sócios, 22 dos quais usaram da palavra.
A URAP participou nas XII Jornadas da Memória Histórica, dia 14 de Março, em Cáceres, Estremadura espanhola, a convite da Asociación Memorial en el Cementerio de Cáceres (AMECECA).
O I Encontro da URAP “25 de Abril nas Escolas”, decorreu, dia 7 de Março, na Casa do Alentejo, em Lisboa, com a presença de cerca de 80 pessoas, nomeadamente oradores em sessões, professores, estudantes, responsáveis de núcleos e membros dos órgãos sociais.
Uma grande faixa, na qual se lia “Tarrafal nunca mais”, abriu hoje o cortejo em Lisboa desde a Praça Paiva Couceiro até ao memorial dos tarrafalistas no cemitério do Alto de S. João, onde decorreu a cerimónia anual de evocação e homenagem aos presos políticos que morreram no campo de concentração, em Cabo Verde. 
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