Relatório de Actividades de 2025

Relatório de Actividades de 2025

Caros Associados
Caros Companheiros e Amigos,

O Conselho Diretivo da URAP apresenta aos associados da URAP, nesta Assembleia Geral de 21 de Março de 2026, o Relatório da sua atividade, ao longo do ano de 2025.

Continua a confirmar-se o que há um ano afirmámos relativamente aos graves perigos que, a nível nacional e internacional, representa a complexa e perigosa evolução da situação política, económica, social, num contexto de agravamento do clima de guerra, como a que prosseguena Ucrânia ainda sem fim à vista, na Palestina com o progressivo extermínio do seu povo pelo governo racista, xenófobo e fascista de Israel que, para além da completa destruição de Gaza, avança agora para a total ocupação da Cisjordânia, com a agressão dos EUA e Israel ao Irão e o consequente envolvimento de outros países do Médio Oriente na guerra, com o ataque à Venezuela e o prosseguimento do criminoso bloqueio imposto pelos EUA a Cuba, recentemente sob ameaça de ataque,com o agravamento da crise energética e alimentar que atinge milhões de seres humanos em todo o mundo, e com o progressivo agravamento das condições de vida e de trabalho de grande parte da população portuguesa.


É igualmente num contexto nacional muito difícil e perigoso, decorrente da governação da AD com o apoio, mais ou menos explícito da IL e do Chega, que continuámos a resistir e a lutar, de forma firme e consequente na denúncia das forças de natureza fascista e fascizante que têm crescido na sociedade portuguesa e na EU,que pretendem reescrever a história, apagar a memória ou mesmo normalizar os crimes da ditadura fascista de Salazar e de Caetano e que carregam consigo um projeto que representa um retrocesso civilizacional inaceitável, que urge travar, ao mesmo tempo que identificamos os problemas do presente e nos colocamos inequivocamente do lado certo da História, pelos ideais de Abril, pela defesa e cumprimento da Constituição da República Portuguesa, pela Paz e pelo bem estar do nosso povo.

1 – Iniciativas realizadas
- Participámos na Marinha Grande na evocação do 18 de Janeiro de 1934 e na homenagem aos vidreiros e população protagonistas da revolta contra a ditadura fascista, no âmbito da greve geral convocada para aquela data.

- Participámos no dia 1 de Fevereiro na Assembleia Geral Constituinte da Associação dos Amigos do MRRL, em Peniche, que reuniu 110 sócios fundadores, na sua esmagadora maioria associados da URAP. Foram aprovados os Estatutos e eleitos os seus órgãos sociais.

- Realizámos em 15 de Fevereiro a habitual romagem ao mausoléu dos Tarrafalistas, no cemitério do Alto de S. João, em cerimónia apresentada por Ana Páscoa, do Conselho Nacional, na qual, antes de um excelente momento musical da autoria do Cancioneiro Clandestino, de V. F. Xira, interveio Joaquim Judas, do Conselho Nacional da URAP.

- Em 15 de Março a URAP este presente em Cáceres, na Extremadura espanhola, a convite da AMECECA – Associação Memorial no Cemitério de Cáceres, na XI Jornada/Homenagem às vítimas da repressão franquista naquela cidade, durante a Guerra Civil de Espanha. Participaram pelo Conselho Diretivo da URAP José Baguinho e Carlos Mateus, que interveio em nome da URAP.

- Em 22 de Março de 2025, uma vez mais na Casa do Alentejo, realizámos a Assembleia Geral Ordinária da URAP, na qual participaram mais de uma centena deassociados, tendo-se discutido e aprovado o relatório de contas, o balanço da atividade e o plano de atividades para os 12 meses seguintes. Foram também eleitos os membros dos vários órgãos sociais da URAP, Mesa da Assembleia Geral, Conselho Diretivo, Conselho Fiscal e Conselho Nacional, para o biénio seguinte.

- No dia 2 de Abril, várias organizações, entre as quais a URAP, concentraram-se na Praça dos Leões, no Porto, para comemorar os 49 anos da Constituição da República Portuguesa. Foram oradores Dantas Ferreira e Rui Pereira, professor universitário e jornalista.

- Nos dias 5 e 6 de Abril um grupo de jovens da URAP, acompanhados por César Roussado, do Conselho Diretivo da URAP, participaram no Encontro Internacional da Juventude, em Buchenwald, na Alemanha, a convite da FIR – Federação Internacional daa Resistência. Visitaram a cidade de Weimar e o campo de concentração de Buchenwald. Diogo Vale, do Conselho Nacional da URAP fez uma intervenção destacando a importância da luta antifascista na atualidade e dando a conhecer a atividade da URAP.

- Os 51 anos do 25 de Abril foram comemorados com alegria e combatividade por todo o país. A URAP participou ativamente nos desfiles populares em Lisboa, Porto, Aveiro e Almada. Na Figueira da Foz e na Moita os núcleos da URAP organizaram jantares comemorativos e em Vila Nova de Foz Côa foi apresentada a exposição da URAP sobre os 50 anos do 25 de Abril.

- No dia 27 de Abril evocámos a libertação dos presos políticos, com uma deslocação a Caxias, onde junto ao memorial dos “Libertadores e Libertados” intervieram Vitor Agostinho, do Conselho Nacional da URAP, o Comandante Costa Correia e Gaspar Matos, da C.M.Oeiras. À tarde estivemos na Fortaleza de Peniche, onde intervieram o Coordenador da URAP, José Pedro Soares e Aida Rechena, diretora do MNRL. A iniciativa terminou com um momento cultural pelos “Amigos de Abril” e por Rúben Martins, do Conselho Nacional.

- Também em 27 de Abril a URAP organizou em Alvite, Moimenta das Beira, uma homenagem ao capitão de Abril, Diamantino Gertrudes da Silva, junto ao monumento em sua memória. António Vilarigues, do Conselho Diretivo, interveio em nome da URAP.


- Ainda no âmbito das Comemorações do 25 de Abril, foi inaugurado no dia 24 de Abril, em Palmela, um memorial aos Resistentes Antifascistas do Concelho de Palmela. Joaquim Judas, vice-presidente da Assembleia Geral, interveio em nome da URAP. Também em 14 de Agosto foi inaugurado no Montijo o monumento “Esperança, Coragem e Liberdade” de homenagem aos ex-presos políticos daquele concelho, na qual interveio Adriano Encarnação, do Conselho Diretivo da URAP.
- Estivemos presentes por todo o país nas comemorações do 1º de Maio promovidas pela CGTP-IN, nomeadamente nas grandes manifestações em Lisboa e no Porto. Em Lisboa, tivemos uma banca para venda de livros da URAP.


- No dia 3 de Maio, Maria José Ribeiro, do Conselho Nacional da URAP e do Núcleo do Porto, ex-presa política, foi convidada pelo Núcleo Feminista de Amarante para uma sessão “à Conversa com Maria José Ribeiro”, na Casa da Juventude de Amarante.


- Ainda no dia 3 de Maio, o Núcleo da URAP do Barreiro e a Cooperativa Cultural Popular Barreirense, organizaram a comemoração da grande jornada antifascista de 3 de Maio de 1970 no Barreiro, em protesto pela prisão de 8 democratas do distrito de Setúbal. 


- Em 4 de Maio, na Academia Almadense, com cerca 500 presenças, a URAP participou na organização e realização da homenagem pública ao associativista, antifascista e ex-preso político Mário de Araújo, atualmente do Conselho Nacional da URAP, por ocasião dos seus 90 anos e pela sua importância na vida de Almada e na resistência antifascista. 


- Em 8 de Maio, com a participação da Seara Nova e a Associação de Juristas Democratas,celebramos na Casa do Alentejo, com o seu apoio, os 49 anos da URAP, os 90 anos de Levy Baptista, alvo de sentida homenagem, e os 80 anos da derrota do nazi-fascismo, num jantar com 120 participantes. Os oradores representantes das várias organizações em presença enalteceram a vida de Levy Baptista na luta contra a ditadura. No Boletim nº 181 da URAP publicamos uma muito interessante entrevista com o homenageado.


- Ao longo do ano, no âmbito das comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril, a URAP organizou ou participou em iniciativas de homenagem a Resistentes Antifascistas de diversos pontos do país, nomeadamente em Santo Tirso, em 15 de Fevereiro, com intervenção de Silvestre Lacerda, Diretor da Torre do Tombo; a homenagem a Conceição Matos, do Conselho Nacional da URAP e ex-presa política, no dia 1 de Março, em São Pedro do Sul, sua terra natal, onde, entre outros, interveio António Vilarigues, do Conselho Diretivo da URAP.


- No dia 31 de Maio participamos no Seixal, no IV encontro pela Paz, sob o lema “Pela Paz Todos Não Somos Demais! Cumprir a Constituição De Abril!” promovido pelo CPPC e outras 12 organizações, entre as quais a URAP. Estiveram presentes cerca de 1000 participantes, cerca de 300 eram da URAP. José Pedro Soares interveio em nome da URAP.


- Em 28 de Junho, na sede da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, recreio e Desporto, reuniu o Conselho Nacional da URAP, com a presença de mais de 40 membros, vindos de todo o país, que analisou os resultados das eleições legislativas de 18 de Maio, com o avanço da extrema-direita, fezo balanço da atividade e perspetivou o trabalho futuro.


- Em 12 de Novembro de novo reuniu o Conselho Nacional da URAP, na Casa do Alentejo, com a participação de 55 dirigentes de todo o país, na qual se abordaram as questões políticas e sociais mais prementes e se perspetivaram iniciativas e tarefas. No final foi aprovado por unanimidade o documento “Nos 50 anos da URAP, Abril, Abril Sempre – Resistir e Lutar”. 


- Nos meses de Junho e Julho promovemos o Ciclo de Conferências sobre os 80 Anos da Vitória sobre o nazi-fascismo, com iniciativas em Coimbra, Braga, Moita e Barreiro, Aveiro, Almada, Lisboa e Porto, nas quais participaram várias centenas de associados da URAP e outros democratas. Sobre este tema, o núcleo da Moita organizou o V Ciclo de Cinema, que decorreu em Outubro e Novembro


- Muitas outras iniciativas foram realizadas ao longo do ano por vários núcleos, nomeadamente o de Peniche com a evocação da Revolta Popular de Peniche, em 13 de Novembro de 1935, também conhecida por “Motim de Peniche” ou “Guerra das Espoletas”; o núcleo de Montemor-o-Novo com o Roteiro da Resistência, evocando os locais da resistência à repressão fascista e a obra “Levantado do Chão” de José Saramago; a presença da URAP na Feira de Agosto em Grândola, com um stand para venda dos nossos livros; 


- Em 4 de Agosto, Dia do Município, a Câmara Municipal de Peniche atribuiu à URAP a Medalha de Mérito Municipal de Dedicação, em prata dourada, “pelo importante trabalho que tem vindo a desenvolver em defesa dos valores da Liberdade e do 25 de Abril”. Recebeu João Neves, do Conselho Diretivo e do Núcleo de Peniche.


- Em 13 de Setembro, em Almada, organizada pela Associação de Praças e pelo Clube de Praças da Amada, realizou-se a comemoração do Dia Nacional da Praça das Forças Armadas, junto ao Monumento ao Marinheiro Insubmisso. A URAP foi a convidada de honra da cerimónia. Carlos Mateus, do Conselho Diretivo, interveio homenageando os heroicos marinheiros da Revolta de 8 de Setembro de 1936 e do seu contributo para a resistência à ditadura fascista.


- Também em Almada, no dia 11 de Novembro, na Sociedade Incrível Almadense, a URAP organizou uma homenagem a Cândido Capilé, operário corticeiro morto pela polícia em 11 de Novembro de 1961, junto àquela coletividade, no decurso de uma manifestação popular contra a ditadura. Domingos Abrantes falou sobre o homenageado, que conheceu, e sobre as lutas daquele período. Francisco Naia encerrou o evento com canções de Adriano e José Afonso.


- O Núcleo da URAP de Viana do Castelo organizou em 27 de Setembro uma homenagem ao antifascista José Gonçalves Carvalho Lima, no centésimo aniversário da sua morte, que contou com diversas intervenções, entre as quais do advogado Dantas Ferreira em nome da URAP, e um concerto musical.


- Entre 22 e 30 de Novembro, César Roussado, do Conselho Diretivo, e Laurinda Bacalhau, do Conselho Nacional da URAP, deslocaram-se ao Saara Ocidental integrados numa delegação do CPPC, composta por 33 pessoas, a convite da Frente Polisário. Realizaram-se encontros com sindicatos, organizações de mulheres e da juventude, escolas, estabelecimentos de saúde e associações de resistência, inteirando-se dos múltiplos aspetos da vida social e política do acampamento de refugiados.


- Entre 28 e 30 de Novembro decorreu em Vila Real de Stº António o Festival Internacional de Cinema 2025, onde foi exibido o filme “Aqueles que Ficaram (Em toda a parte o mundo tem)”, realizado por Marianela Valverde, do Conselho Nacional, e Humberto Candeias. A URAP participou com uma delegação composta por Marianela Valverde, Edgar Costa e Adriano Encarnação, ambos do Conselho Diretivo. 


- Ao longo de todo o período a que corresponde este balanço, de norte a sul do país continuámos a apresentar os livros publicados, em sessões públicas que envolveram muitas centenas de participantes, divulgando a história e as condições prisionais nas várias cadeias espalhadas pelo país e no campo de concentração do Tarrafal e, ao mesmo tempo divulgando os nomes e homenageando todos quantos passaram pelas cadeias do fascismo.


- Potenciando uma das nossas mais importantes linhas de trabalho, continuámos em 2025 a promover a realização de sessões com estudantes em escolas, um pouco por todo o país. Embora num balanço ainda incompleto, destacamos a realização de 109 sessões em 72 escolas, nomeadamente em Pinhel, Cantanhede, Porto, Vialonga, Palmela, Lisboa, Mafra, Venda do Pinheiro, Peniche, São Miguel, Almada, Seixal, Alhos Vedros e Baixa da Banheira, envolvendo cerca de 6548 alunos e 176 professores, estando já a ser agendadas sessões em muitas escolas.


- A Direção da URAP emitiu um comunicado, em 5 de Março, condenando veementemente a criação de um Centro Interpretativo do Estado Novo na Escola Cantina Salazar, em Santa Comba Dão, terra natal do ditador. Afirmamos que “importa não dar lugar a espaços que saudosistas do passado reclamam”.


- Tomámos posição e participámos nas numerosas ações e manifestações organizadas, nomeadamente pelo CPPC, MPPM, CGTP-IN e Projeto Ruído,pelo fimda guerra na Ucrânia, e pelo fim do genocídio do povo palestiniano. Continuámos a manifestar a nossa solidariedade com Cuba, contra o bloqueio dos EUA, e a participar na Campanha de Solidariedade em curso. 


- Participamos, com outras associações e muitas centenas de pessoas, na concentração junto ao Teatro “A Barraca” no dia 14 de Junho, em solidariedade com o actor Adérito Lopes, vítima de agressões por um grupo neonazi. Joana Gonçalves, do Conselho Diretivo, interveio expressando a solidariedade da URAP aos actores e repudiando a provocação do grupo neonazi.


- Mantivemos permanente contacto com a FIR-Federação Internacional de Resistentes, acompanhando as suas justas tomadas de posição contra a extrema-direita europeia, apelando para que os membros do Parlamento Europeu e os democratas e antifascistas da Europa combatam contra essas redes de extrema-direita, unindo forças com organizações da sociedade civil numa aliança por uma Europa antifascista.


- Continuamos a pugnar para que se torne realidade a criação do Museu da Resistência Antifascista no Porto, no edifício da antiga sede da PIDE no Porto, na Rua do Heroísmo, cumprindo-se a Resolução aprovada em 26 de Setembro pela Assembleia da República, para que o Governo crie condições para a sua concretização.
- Em 25 de Outubro, realizámos em Peniche o IX Encontro-Convívio de ex-presos políticos, antifascistas e outros democratas, para assinalar o início do processo reivindicativo que levou à inauguração do Museu Resistência e Liberdade na Fortaleza de Peniche no dia 27 de Abril de 2024. Os muitos presentes participaram numa visita guiada ao Museu. 


- No dia 6 de Dezembro, no Palácio Egipto, em Oeiras, com a presença de 120 pessoas, comemorámos a célebre fuga de Caxias, em 4 de dezembro de 1961. Domingos Abrantes, participante na fuga e atualmente único sobrevivente da audaciosa fuga, descreveu a preparação e execução da fuga, valorizando o papel desempenhado pelo António Tereso.


- Também em 6 de Dezembro o núcleo da URAP do Barreiro organizou uma sessão na Cooperativa Cultural Popular Barreirense, sobre o tema “A Constituição Portuguesa e a Atualidade”. Foi orador José Manuel Maia, membro da Assembleia Constituinte e antigo operário da Lisnave.


- A URAP solidarizou-se com a Greve Geral de 11 de Dezembro contra o Pacote Laboral do Governo e apelou à participação dos seus associados nas ações de esclarecimento sobre o que está em causa. 


- Noticiamos e prestamos homenagem no nosso Boletim aos democratas e antifascistas falecidos em 2025:Hélder Madeira, do Conselho Nacional da URAP, e Daniel Cabrita, co-fundador da CGTP-IN, ambos do Barreiro, Manuel Pedro, fundador e membro da URAP, António Borges Coelho, do Conselho Nacional da URAP, Cristina Nogueira, amiga e colaboradora da URAP, e Libério Domingues, sindicalista e membro da URAP. 


- Na rubrica “Falam os núcleos” demos voz aos núcleos da URAP da Moita, de Braga, de Évora e da Marinha Grande, de Santarém e de Setúbal e Palmela, do Barreiro e de Coimbra, partilhando experiências, dando conta da sua intensa atividade, insuficiências e potencialidades.


- O Boletim da URAP, para além dos Editoriais focando questões da atualidade política e social, integrou artigos de fundo, nomeadamente sobre “a Segunda Guerra Mundial”, sobre “a Revolta dos Marinheiros de 1936 – Monumento ao Marinheiro Insubmisso”, sobre as Três Marias e as “Novas Cartas Portuguesas” e sobre a “Urgência de uma frente Cultural”.

2 – Questões de direção, organização e informação

- O Conselho Diretivo reuniu regularmente, uma vez por mês, algumas vezes de forma alargada, com a participação de responsáveis de núcleos de vários pontos do país, para melhor conhecimento do trabalho desenvolvido e para aprofundamento de análises e decisões sobre as principais linhas de trabalho e iniciativas centrais.
- A Comissão Executiva do Conselho Diretivo reuniu semanalmente, à segunda-feira de manhã na sede da URAP, para garantir todas as atividades correntes, dar apoio à atividade dos núcleos, e dar cumprimentos às decisões do Conselho Diretivo, nomeadamente na preparação e concretização das iniciativas centrais.


- De um modo geral, ainda que com dinâmicas diferentes e de forma insuficiente em alguns casos, uma parte importante dos núcleos reuniu com regularidade.


- Verificou-se uma importante evolução orgânica nos núcleos criados nos últimos anos, com o consequente desenvolvimento da sua atividade e admissão de novos sócios.


- No período que decorreu desde a anterior Assembleia Geral, em 22 de Março de 2025, inscreveram-se na URAP 203 novos sócios.


- A idade avançada dos membros dos núcleos continua a ser uma caraterística dominante, apesar da entrada de alguns jovens.

- Com a introdução de novas ferramentas informáticas e do funcionamento diário da sede, continuámos a registar melhorias significativas na nossa gestão administrativa e de resposta às solicitações recebidas.


- O Boletim da URAP foi trimestralmente publicado, dando a conhecer a atividade da Associação e as tomadas de posição sobre diversas matérias.


- A página da URAP no Facebook e no Instagram continuou a desempenhar um importante papel na divulgação da atividade da Associação.

3 – Questões financeiras

-O orçamento tem vindo a ser cumprido.


- As receitas aumentaram, face ao aumento do valor da quotização, com a quota mínima recomendada de 2 €/mês, e alguma recuperação de quotização em atraso, assim como a entrada de verbas decorrentes de protocolos celebrados com algumas autarquias, apoios de alguma instituições e a venda das publicações da URAP.

- Ao mesmo tempo, as despesas aumentaram bastante, face ao aumento muito significativo da nossa atividade. Contudo, a saúde financeira da URAP tem sido assegurada.


- Os contributos dos associados e amigos da URAP para a campanha de fundos “Uma Sede para a URAP”, encontram-se depositados em conta a prazo no Montepio Geral. 


- O Boletim da URAP no seu número de Out/Dez anunciou que a URAP tem nova sede nacional em Lisboa, um passo muito importante na sua vida e atividade, que será inaugurada neste ano de 2026.

O Conselho Diretivo da URAP

Lisboa, 21 de março de 2026

[Aprovado por unanimidade em assembleia-geral, realizada a 21 de Março, na Casa do Alentejo, em Lisboa]

 

  

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