O livro “1976-2026 – Afirmar, Defender e Cumprir a Constituição”, o segundo livro da colecção “Cadernos da URAP”, é dedicado à celebração dos 50 anos da Constituição da República Portuguesa.
A URAP reuniu um conjunto de textos da autoria de vários democratas (ver em baixo) que relatam a aprovação e a promulgação da Lei Fundamental na Assembleia da República, em 2 de Abril de 1976.
Os autores são unânimes em recordar que a Constituição da República Portuguesa consagrou não só as liberdades democráticas, mas muitas outras conquistas e direitos pelos quais os portugueses há muito lutavam e que só foram finalmente alcançados no decurso do envolvimento popular na Revolução de Abril.
O livro inclui, pelo seu simbolismo e significado histórico, a reprodução da intervenção do General Costa Gomes, na qualidade de Presidente da República, após a promulgação da Constituição.
Apesar das sete revisões a que a Constituição já foi sujeita, a CPR, que consagrou não só as liberdades democráticas, mas muitas outras conquistas e direitos pelos quais os portugueses há muito lutavam, continua viva e precisa de todos os cidadãos para a defender e fazer cumprir. A Constituição da República Portuguesa integra um largo conjunto de direitos universais, contra os quais se continuam a chocar os propósitos da velha e das novas direitas que desejam uma nova revisão da Constituição.


O livro “1945-2025, nos 80 anos da derrota nazi-fascismo” é o primeiro número da nova colecção Caderno da URAP.
A obra, dedicada à Conferência Internacional, que decorreu, dia 26 de Abril, na Escola Secundária de Camões, compila as intervenções das personalidades portuguesas e estrangeiras que a URAP convidou para a conferência, e que participaram igualmente num conjunto de outras celebrações destinadas a comemorar os 50 anos do 25 de Abril.
Publicado em 2024, no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, numa edição da Câmara Municipal da Covilhã e da URAP, o livro, da autoria de António R. Assunção e Casimiro Lopes dos Santos, mostra como o concelho da Covilhã foi um território grandemente castigado pela repressão da ditadura fascista, com os operários dos lanifícios, os mineiros, os camponeses, a lutar e a sofrer.
Lutaram pela Liberdade! Uma História da Resistência à Ditadura Fascista no Concelho de Mafra (1926-1974)
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