O futuro Museu Nacional da Resistência e da Liberdade, situado no Forte de Peniche, deverá ser inaugurado dia 27 de Abril de 2019, após obras que se iniciarão já este ano, que obrigarão ao encerramento da Fortaleza.
Para o efeito, foi criada a Comissão de Instalação dos Conteúdos e da Apresentação Museológica (CICAM) do futuro museu, dando cumprimento à resolução do Conselho de Ministros n.º 73/2017, de 5 de Junho.
Em comunicado enviado à imprensa, dia 15 de Janeiro, o gabinete do ministro da Cultura comunicou que a CICAM tem como missão propor os conteúdos do programa museológico do futuro museu, já apresentado em sede de candidatura ao Programa Portugal 2020. À CICAM compete igualmente sugerir linhas de orientação acerca da respectiva apresentação museográfica, em linha com a história da Fortaleza de Peniche desde a sua construção e a preservação da memória da sua história recente nos contextos da resistência à ditadura e na luta pela democracia.
O gabinete de Luís Filipe Castro Mendes informou ainda que a CICAM será composta pelo presidente da Câmara Municipal de Peniche, Henrique Bertino; pela directora-geral do Património Cultural, Paula Silva, que preside, detendo voto de qualidade; pelo chefe de gabinete do ministro da Cultura, Jorge Leonardo; e pelas seguintes individualidades: Adelaide Pereira Alves; Domingos Abrantes; Fernando Rosas; José Pedro Soares; Manuela Bernardino; Raimundo Narciso; e João Bonifácio Serra, conforme designação da Câmara Municipal de Peniche.


A URAP vê com apreensão o rumo autoritário e o ascenso de forças e movimentos de cariz fascista, racista e xenófobo na Polónia, apoiadas pelo actual governo, conservador e nacionalista.
O Centenário da Revolução de Outubro foi comemorado pela URAP com uma sessão pública subordinada ao tema "A Revolução de Outubro e as suas repercussões em Portugal", que decorreu na Casa do Alentejo, em Lisboa, dia 30 de Novembro, com a participação de meia centena de pessoas.
Na madrugada de 7 de Novembro de 1917 foi difundida a proclamação de Lénine "Aos operários, soldados e camponeses" a prometer a paz, a terra e o pão. A maior revolução do século XX teve efeitos em todos os países do mundo, incluindo Portugal. A sua influência levou à politização do movimento sindical português e à formação, mais tarde, do PCP, em 1921.
Na obra de José Saramago a História de Portugal tem um lugar muito especial. O seu livro "História do Cerco de Lisboa" foi ficcionado pelo escritor a partir de uma história que põe em contraste o real e o imaginário, o passado e o presente, o sim e o não.
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