A União de Resistentes Antifascista Portugueses (URAP) apoia e assina a Petição à Assembleia da República Portuguesa denominada “Pelo Direito à Memória e ao Ressarcimento – Cambedo da Raia e o pós-guerra civil espanhola – Os trágicos acontecimentos de Dezembro de 1946”, cujo primeiro subscritor é a Associação Desportiva, Cultural e Recreativa de Cambedo da Raia.
A Petição, aberta a todos, é apresentada por uma Comissão Promotora que desde já engloba para além da Associações Desportiva, Cultural e Recreativa de Cambedo da Raia e de Vilarelho da Raia, a Junta de Freguesia de Vilarelho da Raia, membros da comunidade cambedense e seus familiares, investigadores/historiadores e a Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória (NAM).
Quando Portugal vai comemorar, em Abril de 2024, 50 anos de Democracia em torno dos eixos Memória e Futuro, a URAP apela a todos os democratas e antifascistas que assinem a Petição que abaixo reproduzimos, podendo fazê-lo na sede nacional ou junto dos núcleos da URAP espalhados pelo país.
Os subscritores solicitam à Assembleia da República que “aprove uma resolução com um reconhecimento público de homenagem à comunidade cambedense, em especial ao seu direito à memória dos que tendo sido testemunhas da tragédia, já faleceram sem nunca terem sentido qualquer atenção do Estado Democrático”.


No
José Adelino dos Santos, um trabalhador abatido a tiro, em 1958, numa manifestação com centenas de pessoas concentradas junto à Câmara Municipal de Montemor-o-Novo, foi lembrado dia 23 de Junho numa iniciativa do núcleo de Montemor-o-Novo da URAP.
Por um Museu da Resistência Antifascista no Porto
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