A URAP juntou-se às comemorações dos 90 anos da insurreição do 18 de Janeiro na Marinha Grande, quando os operários vidreiros tomam o poder por algumas horas durante a jornada nacional contra a lei de criação dos sindicatos fascistas, com uma delegação de centena e meia de activistas.
Estiveram presentes, o coordenador da URAP, José Pedro Soares, que usou da palavra durante a cerimónia, e amigos dos núcleos da Marinha Grande, Porto, Coimbra, Aveiro, Figueira da Foz, Peniche, Almada, Seixal, Lisboa, Sintra e Cascais.
José Pedro Soares salientou que os 90 anos do 18 de Janeiro se comemoram no mesmo ano que a Revolução de Abril faz 50 anos, e falou das várias tarefas que os democratas e a URAP devem desenvolver para assinalar a data.


O 18 de Janeiro de 1934 é uma data que não pode ser esquecida na luta pela democracia. O movimento sindical promoveu uma jornada nacional contra a lei de criação dos sindicatos fascistas, que assume carácter insurreccional na Marinha Grande.
Joaquim Judas, do Conselho Nacional da URAP, assina o editorial do
Odete Santos, advogada e carismática ex-deputada do PCP à Assembleia da República durante 27 anos, reconhecida pela verve, espontaneidade e coragem com que defendia as posições da sua bancada, morreu dia 27 de Dezembro aos 82 anos.
A URAP esteve junto ao Monumento de homenagem aos Libertadores e aos Libertados, dia 9 de Dezembro, junto à estação da CP de Caxias, para evocar a fuga de oito membros do PCP da Cadeia de Caxias, dia 4 de Dezembro de 1961, que constituiu uma enorme humilhação para a ditadura fascista de Salazar.
Inscreve-te e actualiza a tua quota
