"O 25 de Abril e a Constituição da República Portuguesa” foi tema de uma sessão pública organizada pelo núcleo de Almada da URAP no Auditório Osvaldo Azinheira, da Academia Almadense, dia 23 de Abril, presidida por Carlos Mateus, membro do Conselho Directivo.
José Manuel Maia, membro do Conselho Nacional da URAP, ex-deputado da Assembleia Constituinte e da Assembleia da República, e Bruno Dias, actual deputado do PCP na Assembleia da República, foram os oradores da sessão na qual participaram cerca de 60 pessoas.
O primeiro orador, José Manuel Maia, falou do golpe militar do 25 de Abril de 1974, transformado em revolução pela adesão imediata da população, e relatou acontecimentos vividos em Almada, como a imediata destituição dos presidentes da Câmara e das Juntas de Freguesia e a sua substituição por comissões administrativas emanadas das dinâmicas e do poder popular.


“Elas estiveram nas prisões do fascismo” foi apresentado em Viseu, dia 23 de Abril, por Conceição Matos, ex-presa política nascida em São Pedro do Sul sujeita a torturas e espancamentos, homenageada, entre muitos outros, por Zeca Afonso na canção “Na rua António Maria”.
“Aos que em Mafra, na longa noite fascista, foram portadores da chama da liberdade. O nosso reconhecimento”, lê-se na placa instalada no 40º aniversário do 25 de Abril, local onde este ano o núcleo da URAP de Mafra se concentrou para homenagear todos os antifascistas presos entre 1933 e1974.
O núcleo do Porto da URAP recordou, dia 14 de Abril, os 50 anos da Grande Manifestação contra a carestia de vida de 15 de Abril de 1972, que reuniu na Praça da Liberdade/Avenida dos Aliados, no Porto, mais de 40 mil manifestantes.
O livro da URAP “Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo” foi o ponto de partida para uma conferência no feminino, dia 9 de Abril, no Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal (Maeds).
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