A URAP subscreve o apelo do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e apela à participação de todos nos actos públicos «Parar a Guerra! Dar uma oportunidade à Paz!» que terão lugar no próximo dia 10, pelas 18h30 no Largo Camões, em Lisboa, e pelas 18h00 na Rua de Santa Catarina (junto à estação do Metro), no Porto.
A situação de guerra na Ucrânia, que tem repercussões em toda a Europa, comporta riscos de consequências imprevisíveis.
A guerra não pode ser uma solução para um conflito e não é, em caso algum, um caminho para estabelecer a paz.
Nesse sentido, os subscritores:
-Apelam ao fim da guerra na Ucrânia, ao estabelecimento de
negociações, de modo a encontrar um acordo justo e duradouro, no interesse dos povos;
-Reclamam que, a par da suspensão imediata dos combates na Ucrânia, seja travado o constante aumento de forças militares e de armamentos no Leste da Europa, situação que tende a sobrepor os interesses da guerra à paz, à amizade e à cooperação entre os povos da região;
-Salientam que as sanções não devem substituir a diplomacia porque, em primeiro lugar, atingem as condições de vida das populações, tanto dos países que as sofrem como dos que as impõem;
-Repudiam todas as manifestações de fascismo, nazismo e nacionalismo agressivo onde quer que se manifestem;


Marília Villaverde Cabral, vice-presidente da Assembleia-Geral da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), participou por videoconferência no Fórum Feminista 2022, que decorreu em Bruxelas nos dias 1 e 2 de Março, por iniciativa do Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde (GUE/NGL), do Parlamento Europeu.
A URAP promove, de 8 a 12 de Maio, uma viagem às Ilhas Terceira e S. Miguel, nos Açores, que tem como objectivo principal o lançamento de um livro sobre os presos políticos que estiveram encarcerados na Fortaleza de S. João Baptista e no Castelinho, na cidade de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira.
A URAP prestou homenagem, dia 19 de Fevereiro, aos antifascistas mortos no Campo de Concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, junto ao mausoléu memorial, erguido no cemitério do Alto de S. João, em Lisboa, que contém os restos mortais transladados em 1978, e acompanhados, sob uma chuva intensa, por uma imensa multidão de portugueses.
O livro "Elas estiveram nas prisões do fascismo" foi apresentado, dia 12 de Fevereiro, no Auditório Municipal de Pinhal Novo, concelho de Palmela, no dia do 94º aniversário daquela Junta de Freguesia, numa sessão conduzida por Pedro Soares, membro do Conselho Nacional da URAP.
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