No próximo dia 2 de Outubro completam-se 2 anos sobre o lançamento da petição dirigida à Assembleia da República protestando contra a então anunciada intenção governamental de efectuar a concessão a privados para fins hoteleiros do Forte de Peniche, onde, em condições terrivelmente opressivas, cumpriram penas de prisão por motivos políticos 2498 antifascistas.
Posteriormente, o governo, face ao poderoso movimento de opinião democrática que se gerou, renunciou a essa intenção e comprometeu-se com a criação naquele Forte de um Museu Nacional da Resistência e da Liberdade, a ser inaugurado no dia 27 de Abril de 2019.
Os ex-presos políticos propõem assinalar esta data numa sessão pública, apoiada pela URAP, a realizar a 2 de Outubro, às 18h, na Casa do Alentejo que, além de um fraterno convívio entre democratas, permita prestar informações sobre o andamento do processo de criação do referido Museu.
A sessão irá incluir um pequeno lanche de fim de tarde que terá custo de 5€.
Apelamos a todos os companheiros que se inscrevam, quer para o email da urap, Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar., quer para o 915585482 (Francisco Canelas).


A URAP organiza uma viagem aos Açores, com 40 antifascistas, entre 1 e 5 de Outubro próximo, destinada a homenagear os ex-presos políticos da Fortaleza de S. João Baptista e do Forte de S. Sebastião (Castelinho), em Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira.
Há alguns dias, o "Instituto Nacional da Memória " polaco preparou uma listade 75 monumentos soviéticos cuja demolição é recomendada. A razão para esta profanação da memória é que esses monumentos não estão localizados em cemitérios.
A cidade de Guernica, no País Basco, que em plena Guerra Civil de Espanha, a 26 de Abril de 1937, com a população na rua por ser dia de mercado, foi bombardeada pela aviação matando ou ferido quase três mil pessoas, numa população, então, de seis mil, foi visitada por um grupo de 50 sócios e amigos da URAP.
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