"Foi por (...) um Mundo melhor, que os homens que hoje homenageamos, operários, marinheiros, intelectuais, ousaram levantar-se contra a ditadura fascista, pela liberdade", disse a coordenadora da URAP, dia 12 de Setembro, na romagem anual à sepultura dos antifascistas presos no Campo de Concentração do Tarrafal.
Marília Villaverde Cabral, que falava junto ao Mausoléu dos Tarrafalistas no Cemitério do Alto de S. João, em Lisboa, referiu também o democrata José Casanova, que morreu em Novembro de 2014, que, "até poder, nunca deixou de vir aqui, com a URAP, homenagear os que, na longa noite do fascismo foram portadores da chama da liberdade e pela liberdade morreram no Campo de Concentração do Tarrafal".


Com a presença do ministro da Defesa Nacional, do vice-chefe do Estado Maior do Exército, do presidente da Assembleia Municipal do Porto, do director da Direcção de História e Cultura Militar, do director do Museu Militar do Porto e da coordenadora da URAP decorreu, dia 1 de Setembro, no Museu Militar, a cerimónia da assinatura do Protocolo entre a URAP e o Exército Português visando a implementação do Projecto "Do Heroísmo à Firmeza – Percurso na memória da casa da Pide, no Porto (1934-1974)".
A URAP apela à participação de todos os democratas na romagem que vai realizar no Cemitério do Alto de S. João, em Lisboa, junto ao Mausoléu dos Tarrafalistas, dia 12 de Setembro, Sábado, pelas 11h.
O Museu Militar do Porto, situado na rua do Heroísmo, antiga sede da PIDE/DGS, vai contar com a identificação dos percursos e salas usadas pela instituição durante o fascismo, segundo um Protocolo que vai ser assinado na próxima terça-feira, 1 de Setembro, às 11:00, no Pavilhão de Armas, entre a URAP e a direcção do Museu.
A Assembleia da República debate, no dia 2 de Julho, a petição que propõe a concretização, na antiga sede da PIDE no Porto (onde funciona actualmente o Museu Miltar), do projecto «Do Heroísmo à Firmeza – percurso na memória da casa da PIDE no Porto, 1930-1974».
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