A URAP pretende efectuar, de 17 a 21 de Setembro, uma viagem aos Açores. Será uma viagem de homenagem aos que na noite escura do fascismo passaram pela Fortaleza de S. João Baptista, quer para aí cumprir pena, quer em trânsito para o campo da morte lenta no Tarrafal. Participe.
Não podemos deixar cair no esquecimento todo o sofrimento dos nossos compatriotas e/ou familiares.
Para mais informações: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar., 213 576 083
O programa (ver em baixo) inclui visita às ilhas Terceira e S. Miguel


As celebrações do 25 de Abril no Porto pela União de Antifascistas Portugueses tiveram este ano um duplo objectivo: comemorar a Revolução dos Cravos e o centenário do nascimento de Virgínia de Moura, engenheira, antifascista e membro da URAP.
"É importante falar do 25 de Abril. E falar do 25 de Abril é falar do que foi conquistado pela luta do povo, em aliança com o Movimento das Forças Armadas, e que na pessoa do senhor general Pezarat Correia aproveito para saudar", disse a coordenadora da URAP no almoço comemorativo da data, dia 2 de Maio, em Almada.
No dia 25 de Abril, a Câmara Municipal de Lisboa inaugurou, nas antigas instalações da prisão política do Aljube, o Museu Resistência e Liberdade.Na cerimónia, entre os cerca de 200 democratas e ex-presos políticos, a URAP, membro da Comissão Consultora para a criação do Museu, fez-se representar pelos dirigentes José Pedro Soares, também ex-preso político, Marília Villaverde Cabral e Olga Macedo.
Sócios da URAP desceram a Avenida da Liberdade, em Lisboa, juntamente com muitos milhares de pessoas, na tradicional marcha do 25 de Abril, para assinalar os 41 anos da Revolução dos Cravos e os 40 anos das primeiras eleições livres em Portugal.
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