Realiza-se a 8 e 9 de Julho, em Varsóvia, uma Cimeira da NATO. A esse propósito terá lugar um Acto Público pela Paz e pela rejeição dos objectivos belicistas da cimeira da NATO, no dia 8 de Julho, às 18 horas, na Rua do Carmo, em Lisboa. A URAP apela à participação e é subscitora da seguinte tomada de posição:
SIM À PAZ! NÃO À NATO!
PROTESTO CONTRA A CIMEIRA DA NATO DE VARSÓVIA
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) é a maior organização militar no mundo, instrumento de intervenção dos Estados Unidos, definiu a União Europeia como seu pilar europeu.
A partir da última década do século passado, com o seu alargamento ao Leste da Europa e a ampliação das suas múltiplas «parcerias», os EUA e a NATO reforçaram a sua presença militar na Europa e projectaram a acção ofensiva deste bloco político-militar, apontando todo o planeta como a sua área de intervenção.


"Hoje, muitos milhares de portugueses já nasceram depois da Revolução e não conheceram o que foi viver sem liberdade. Viver com o medo das prisões, das perseguições, das torturas", disse Olga Macedo, falando em representação da coordenadora da URAP, no almoço comemorativo do 25 de Abril, em Almada.
A "primeira pedra" - uma peça em madeira de tola, da autoria do Arquitecto Mário Mesquita – do projecto museológico "Do Heroísmo à Firmeza – Percurso na Memória da Casa da PIDE, no Porto (1934-1974) foi colocada no Porto, dia 30 de Abril, no edifício onde a PIDE funcionou, hoje Museu Militar.
O percurso da URAP ao longo dos 40 anos da sua existência foi lembrado dia 30 de Abril num almoço de comemoração no restaurante "A Valenciana", em Lisboa, onde participaram 45 sócios e simpatizantes da organização, herdeira da Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos.
O núcleo de Santa Iria da Azóia da URAP organizou, dia 16 de Abril, uma visita guiada ao Museu do Aljube, para conhecer a história daquele antigo estabelecimento prisional e homenagear os presos políticos que aí estiveram detidos no tempo da ditadura.
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