Por ocasião do falecimento de António Gonçalves Colaço, a direcção da URAP manifesta as suas condolências à sua família e amigos.
António Gonçalves Colaço foi dirigente da URAP, tendo colaborado na eleboração do seu Boletim durante largos anos.
Natural de Setúbal, mas com raízes seculares em Castro Verde, Aljustrel, São Luís e Cercal do Alentejo, aderiu ao MUD Juvenil, em 1948, e depois ao PCP. Jornalista, terminou a sua carreira como chefe adjunto da redacção do Diário Popular. Vivia últimamente em Santiago do Cacém.


"Foi por (...) um Mundo melhor, que os homens que hoje homenageamos, operários, marinheiros, intelectuais, ousaram levantar-se contra a ditadura fascista, pela liberdade", disse a coordenadora da URAP, dia 12 de Setembro, na romagem anual à sepultura dos antifascistas presos no Campo de Concentração do Tarrafal.
Com a presença do ministro da Defesa Nacional, do vice-chefe do Estado Maior do Exército, do presidente da Assembleia Municipal do Porto, do director da Direcção de História e Cultura Militar, do director do Museu Militar do Porto e da coordenadora da URAP decorreu, dia 1 de Setembro, no Museu Militar, a cerimónia da assinatura do Protocolo entre a URAP e o Exército Português visando a implementação do Projecto "Do Heroísmo à Firmeza – Percurso na memória da casa da Pide, no Porto (1934-1974)".
A URAP apela à participação de todos os democratas na romagem que vai realizar no Cemitério do Alto de S. João, em Lisboa, junto ao Mausoléu dos Tarrafalistas, dia 12 de Setembro, Sábado, pelas 11h.
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