O Museu Militar do Porto, situado na rua do Heroísmo, antiga sede da PIDE/DGS, vai contar com a identificação dos percursos e salas usadas pela instituição durante o fascismo, segundo um Protocolo que vai ser assinado na próxima terça-feira, 1 de Setembro, às 11:00, no Pavilhão de Armas, entre a URAP e a direcção do Museu.
Presentes na cerimónia, o ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar Branco, o vice-chefe de Estado-Maior do Exército, General Campos Gil, o director do Museu Militar, Coronel Carlos de Oliveira Andrade, e, em representação da URAP, a coordenadora Marília Villaverde Cabral, Maria José Ribeiro do núcleo do Porto e Celestina Leão, entre outras individualidades.


Os sinos tocaram hoje em Hiroshima, no sul do Japão, para assinalar o 70.º aniversário do lançamento da bomba atómica pelo governo dos Estados Unidos e as suas vítimas.
«A Federação Internacional de Resistentes (FIR) comemora o 70º aniversário da Conferência de Potsdam como o início de um novo período de coabitação dos povos Europa.
A Assembleia da República aprovou, dia 3 de Julho, dois Projectos de Resolução, da autoria do PCP e do BE, discutidos na véspera, visando recomendar ao governo a identificação dos percursos e salas usadas pela PIDE na antiga sede da instituição, no Porto, actual Museu Militar, sem prejuízo da manutenção deste e a promoção de uma justa homenagem a quem passou pelo Edifício do Heroísmo e aí resistiu ao fascismo.
A URAP evoca a sua intervenção na luta antifascista, na solidariedade para com os presos políticos e expressa sentidas condolências à sua família.
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