Assinala-se hoje, dia 17 de Abril, mais um Dia do Preso Palestino. Desde que, em 1974, no âmbito de uma troca de prisioneiros, foi libertado Mahmoud Baker Hijazi, o primeiro palestino preso por Israel depois da ocupação dos territórios da Margem Ocidental do Rio Jordão, de Jerusalém Oriental e da Faixa de Gaza, o povo palestino recorda, nesta data, todos os seus filhos que pagam na prisão o preço do seu compromisso com a luta pela liberdade e a resistência à ocupação.
Num quadro de repressão constante e sistemática, de violação dos mais elementares direitos humanos, de ocupação, roubo e esbulho, de limpeza étnica e de destruição da identidade cultural, como o que o povo palestino enfrenta diariamente, não é fácil determinar com precisão o número de palestinos, homens, mulheres ou crianças presos em cada momento nas cadeias israelitas.


A URAP tomou conhecimento, com profunda preocupação e indignação, da lei aprovada pelo Parlamento ucraniano que visa impedir a actividade do Partido Comunista da Ucrânia e de outras forças democráticas, ao mesmo tempo que atribui regalias sociais aos veteranos da denominada Organização de Nacionalistas Ucranianos, colaboradores das SS nazis durante a II Guerra Mundial.
A exposição itinerante elaborada pela URAP para assinalar os 70 anos do fim da II Guerra Mundial foi inaugurada, dia 2 de Abril, na sala Bértholo do Museu de Alhandra - Casa Dr. Sousa Martins na presença do presidente da Junta da União de Freguesias de Alhandra, S. João dos Montes e Calhandriz da Freguesia de Alhandra, Mário Cantiga.
Todos os povos precisam de preservar a memória. Resgatar a memória é essencial para que um povo seja sujeito da sua própria história e possa conservar o seu património cultural, compreender o presente e idealizar o futuro.
Inscreve-te e actualiza a tua quota