Foi
com profundo pesar que a URAP soube do falecimento, ontem, de Sofia
Ferreira, destacada resistente antifascista que, ao longo de toda a
sua vida, enfrentando as mais duras violências e privações, sempre
lutou pelos ideais da liberdade e da democracia.
Oriunda de famílias humildes de Vila Franca de Xira, Sofia Ferreira nasceu em 1922, tendo aderido ao Partido Comunista Português em 1945. No ano seguinte passaria à clandestinidade .


Como é hábito, irá realizar-se, no dia 25 de Abril, o desfile comemorativo da Revolução dos Cravos, na Avenida da Liberdade, em Lisboa. A URAP apela à participação organizada de todos os associados e amigos no espaço destinado à nossa associação. O ponto de encontro será no passeio em frente ao Diário de Notícias, às 14h30, onde estaremos identificados com um pano.
Há
já 34 anos que Marrocos ocupa ilegalmente os territórios da -
reconhecida pelas Nações Unidas - República Árabe Saharaui
Democrática. Nestas décadas de ocupação, muitos tornaram-se
refugiados, outros estrangeiros no seu país. Vários foram
assassinados. Outros, simplesmente desapareceram.
Milhares foram - e são - presos políticos.
Atenta
às violações à liberdade que se passam no País e no mundo, a
URAP expressou recentemente o seu repúdio pela tentativa em curso no
Senado da República Checa de suspender a actividade do Partido
Comunista da Boémia e Morávia e mesmo de o ilegalizar. Para os
antifascistas portugueses, este tipo de situações insere-se numa
alarmante intenção de estabelecer na Europa uma verdadeira
atmosfera de «caça às bruxas».

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