O Boletim n.º 185, relativo aos meses de Abril, Maio e Junho, dá-nos conta, nas páginas 16 e 17, da inauguração da sede da URAP, em Lisboa, dia 30 de Abril. Grande conquista da URAP, para poder trabalhar mais e melhor, conseguida através de subscrição pública, a festa reuniu uma centena de sócios e amigos e entidades convidadas.
José Manuel Maia assina o editorial, na página 1, que nos fala da Constituição da República Portuguesa, que este ano celebra 50 anos.
Uma luta que mobiliza há muito a URAP – a inauguração de um museu da resistência no Porto – e que continua presente, encontra-se na página 12.
A historiadora Cristina Pratas Cordeiro homenageia, nas páginas 18 e 19, os presos políticos de Caxias num texto intitulado “A obra pública não tem de ser decorativa (...)”.
Nas páginas 2 e 3, na rubrica Em Movimento, vemos a actividade editorial da URAP e as celebrações dos 81 anos da Vitória sobre o nazi-fascismo.
A URAP nas escolas do país para levar aos jovens a mensagem do 25 de Abril encontra-se na página 4, enquanto as homenagens pela libertação dos presos de Caxias e Peniche leem-se na página 5.
As páginas 6 e 7 - Abril vivo em todo o país - são dedicadas às comemorações da Revolução dos Cravos, que este ano cumpre 52 anos. E as páginas 10 e 11 assinalam a promulgação, há 50 anos, da Constituição da República Portuguesa.
Os núcleos da Marinha Grande e de Algueirão Mem Martins relatam a sua actividade na página 15 em Falam os Núcleos. Para nos informarmos dos trabalhos da última Assembleia Geral podemos ler a página 8.
A página 14 lamenta e presta homenagem aos antifascistas que nos deixaram.
Da última página, página 20, destacamos a organização de uma viagem de resistência e lazer a Cabo Verde, com visita ao Tarrafal, entre 24 e 31 de Outubro próximo, e apelamos para que se inscrevam.
Lê e divulga o Boletim da URAP.



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