Celestina Leão, da direcção da URAP, foi uma das oradoras da 3.ª Festa da Vitória e da Paz, organizada pela Associação Iúri Gagarin e a Associação Chance+, dia 5 de Maio, em Lisboa, sob o lema "Lembrar para que não mais se repita a tragédia da guerra", que assinalou os 74 anos da vitória sobre o nazi-fascismo e contribuiu para o estreitamento das relações entre os portugueses e a comunidade imigrante.
"A 9 de Maio de 1945, há 74 anos, o Povo de Lisboa encheu a Praça do Rossio com uma imensa alegria e uma grande esperança. Transportavam bandeiras dos países aliados e, como não podiam ostentar as bandeiras soviéticas, traziam paus vermelhos para que não fosse esquecido o papel da União Soviética nesta vitória sobre o nazi-fascismo. A guerra tinha terminado. O Exército Vermelho tinha tomado o Reichstag em Berlim, e, de 8 para 9 de Maio, a Alemanha tinha assinado a Acta da Capitulação, lembrou Celestina Leão na sua intervenção.


A URAP comemorou 43 anos num almoço organizado, dia 4 de Maio, num restaurante em Lisboa, com a participação de cerca de 80 sócios e amigos, que foram saudados por Marília Villaverde Cabral.
A União de Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz entregou medalhas de mérito autárquico à URAP, na figura de José Pedro Soares, ex-preso político e membro da direcção, a resistentes e ex-presos ainda vivos e aos familiares dos já mortos naturais de Vila Franca de Xira, numa sessão solene comemorativa do 45º aniversário do 25 de Abril.
A URAP idealizou / A Banda Amizade gostou / Ambos pensaram como avançar / Os cantores aceitaram / O espectáculo nasceu / Todos continuaremos Abril.
Domingos Abrantes, em nome dos ex-presos políticos, e a ministra da Cultura, Graça Fonseca, em representação do governo português, presidiram à comemoração da abertura da primeira fase do Museu Nacional da Resistência e da Liberdade, dia 27 de Abril, na Fortaleza de Peniche, constituída por um Memorial no qual estão gravados os nomes dos presos políticos ali encarcerados.
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