Sisaltina Maria dos Santos, militante antifascista na clandestinidade e ex-presa política, que dedicou a sua vida à luta contra o fascismo, pela liberdade e a democracia, morreu dia 7 de Maio, aos 91 anos.
Militante comunista, passou 27 anos na clandestinidade e um ano na prisão de Caxias. Sisaltina foi companheira de vida e de luta de Américo Leal, membro do Conselho Directivo da URAP, figura emblemática da resistência, natural de Sines, que quis ser voluntário na II Guerra Mundial, o que lhe valeu a prisão e a clandestinidade.
Costureira de profissão, filha de pai pescador e pequeno comerciante e mãe doméstica, foi com 21 anos de idade, em 1947, que ingressou na vida clandestina com o seu companheiro e com o filho mais velho.


A URAP protesta contra a detenção do vereador da CDU na Câmara Municipal de Cascais Clemente Alves, no dia 2 de Maio, durante um protesto em São João do Estoril, acusado de ter desobedecido às autoridades e condena a atitude violenta e arbitrária da PSP.
Os ex-presos políticos naturais de Mafra foram homenageados, dia 29 de Abril, na Casa da Cultura D. Pedro V, numa sessão promovida pelo núcleo de Mafra da URAP, integrada nas comemorações do 43º aniversário do 25 de Abril.
Sócios e amigos da URAP desceram, em Lisboa, a Avenida da Liberdade até ao Rossio, no Porto, a Rua do Heroísmo e a Avenida dos Aliados, e um pouco por todo o país, juntamente com muitos milhares de pessoas, nas tradicionais marchas do 25 de Abril, para assinalar os 43 anos da Revolução dos Cravos.
O livro "Forte de Peniche - Memória, resistência e luta", editado pela URAP, vai ser lançado no dia 4 de Maio, às 18h30, na Sede da Fundação José Saramago. A iniciativa conta com o apoio desta fundação. A URAP apela aos seus sócios, amigos e a todos os antifascistas que participem.
Inscreve-te e actualiza a tua quota