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Um dia na fortaleza de Peniche: Visita ao forte, lançamento de livro e descerramento de lápide
O autocarro saiu lotado às 14:00 com destino a Peniche. Levava Ana Aranha, a autora do livro "No Limite da Dor", convidados da jornalista, quase todos personagens, e da editora Parsifal e uma pequena delegação da URAP que incluía a coordenadora Marília Villaverde Cabral.
Em Peniche mais pessoas o esperavam, nomeadamente Domingos Abrantes que faria uma visita guiada ao Forte de Peniche, contando aspectos da vida prisional e detendo-se no relato da fuga de António Dias Lourenço, que se atirou ao mar.


O Agrupamento de Escolas do Cadaval em parceria com a URAP festejaram os 40 anos do 25 de Abril com exposições, palestras com militares e uma visita guiada ao Forte de Peniche, visando proporcionar aos alunos do 6º ao 9º ano informação sobre o regime ditatorial e a luta antifascista, bem como sobre os acontecimentos que envolveram a Revolução dos Cravos e os seus protagonistas.
A "Vida e obra de Adriano Correia de Oliveira" foi o tema de uma exposição que o Clube dos Músicos da Marinha Grande promoveu, à qual o Núcleo URAP da Marinha Grande se associou , para iniciar as comemorações dos 40 anos do 25 de Abril.
Ruas, avenidas e praças completamente cheias de jovens, velhos e crianças que ora empunhavam cravos, ora carregavam faixas ou dísticos saudando o 25 de Abril de 2014 ou atacando os governantes que nos desgovernam invadiram Lisboa, Porto e muitas outras cidades.
As tradições antifascistas e democráticas de Santa Iria de Azóia, as conquitas do 25 de Abril e a situação de retrocesso que se vive em Portugal actualmente devido às políticas levadas a cabo nos últimos anos, foram alguns dos factores apresentados por Bento Luís, o orador convidado para uma sessão-debate alusiva ao tema "Comemorar Abril, hoje".
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