História
O Museu Nacional da Resistência da Bélgica, situado em Anderlecht nos arredores de Bruxelas, foi aberto ao público em 17 de Junho de 1972. Constatando uma lacuna preocupante nos programas lectivos do ensino obrigatório belga relativamente à abordagem ao período da ocupação nazi da Bélgica e da II Guerra Mundial (1939-1945), várias foram as associações de resistentes belgas ao nazismo que procuraram criar condições para que essa grave falha fosse colmatada.


A URAP participou, entre 10 a 14 de Abril de 2008, num encontro internacional de jovens da Europa, no campo de concentração nazi de
«Ainda hoje há gente com fome. Pessoas que querem comer e não têm. Porém, no regime salazarista, a fome era quase um estado geral para grande parte dos trabalhadores, com vários graus no que se refere a fome. [...] O que vos vou contar, que não constitui nenhum caso isolado, passou-se na década de 30 do século XX, creio que em 1938/39 e envolve o pescador conhecido pelo apelido de "Chula"»
A URAP vai realizar a sua Assembleia Geral Ordinária no próximo dia 5 de Abril de 2008 para a qual se convocam todos os associados. A Assembleia terá lugar pelas 14h na Biblioteca-Museu República e Resistência situada na Rua Alberto de Sousa, 10 A à Zona B do Rego, em Lisboa. Terá com ponto da ordem de trabalhos a apreciação e votação do relatório e contas do ano 2007 e respectivo parecer do Conselho Fiscal.
Mais de 1000 jovens de 15 países visitam, entre 10 e 14 de Abril, o campo de concentração de Buchenwald, na Alemanha. Com esta iniciativa, apoiada e co-organizada pela Federação Internacional de Resistentes (da qual a URAP faz parte) pretende-se assinalar os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos do Homem e reafirmar o desejo de uma Europa liberta do nazismo, do fascismo e de todas as formas de opressão e racismo.

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