O livro "Catarina Eufémia – Militante Comunista, Mulher de Abril, Companheira de Luta", de José Casanova, foi lançado em Almada, com apresentação de Luísa Ramos.
Com a Sala Pablo Neruda do Fórum Romeu Correia cheia coube a Mário Araújo apresentar a iniciativa em que para além do autor falaram os resistentes antifascistas António Gervásio e Américo Leal.
José Casanova destacou o valor do exemplo de Catarina Eufémia, como mulher que, como tantas outras, assumiu a luta em defesa dos direitos dos trabalhadores, enfrentando a violência terrorista da repressão fascista.
O autor sublinhou ainda a importância social, à época e ainda hoje, do exemplo de Catarina Eufémia, da sua luta, do seu heroísmo e sacrifício, cuja história se espalhou por todo o país, contada de boca em boca, mobilizando em seu torno a resistência antifascista.


No dia 6 de Junho de 1944, faz agora 70 anos, os Aliados (norte-americanos, britânicos e canadianos) desembarcaram nas praias francesas da Normandia, abrindo uma nova frente de combate contra as forças nazis.
A identificação e classificação do edifício da Rua do Heroísmo, 329, no Porto, onde se situaram as antigas instalações da Pide, têm sido ao longo de anos um objectivo intensamente prosseguido pelos democratas do Porto e pela URAP, em particular.
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