«Quem vem para o Tarrafal vem para morrer!», dizia Manuel dos Reis, director do Campo de Concentração do Tarrafal, criado em 1936 na chamada «Colonia Penal» do Tarrafal, numa das piores zonas climáticas, a Achada Grande, na Ilha de Santiago, Cabo Verde.Uma breve história deste período foi relatada por Celestina Leão, membro do Conselho Directivo da URAP, dia 16 de Março, no cemitério do Alto de S. João, em Lisboa, junto ao Mausoléu dos Tarrafalistas, às cerca de 150 pessoas que, debaixo de chuva, prestaram homenagem aos combatentes e resistentes na luta contra o fascismo, que morreram no Tarrafal.


A Federação Internacional de Resistentes (FIR) - Associação Antifascista tem de mencionar que hoje em vários países, não só na Europa, os problemas sociais ligados com o desenvolvimento das políticas de direita estão a crescer.
«A morte do cidadão palestino Arafat Jaradat, ocorrida no passado dia 23 de Fevereiro nas cadeias israelitas, veio, uma vez mais, chamar a atenção da opinião pública para a situação dramática em que se encontram os prisioneiros palestinos nas prisões do Estado de Israel.» A URAP é subsctora da resolução "Liberdade para os palestinos presos por Israel" e apela à participação de todos no acto público de solidariedade, dia 19 de Março, pelas 18h00, em Lisboa (do Miradouro de São Pedro de Alcântara ao Largo Camões).
Mulher admirável, perseguida pela ditadura pela sua vida de combate e resistência antifascista, expulsa do ensino e presa três vezes, Maria Isabel Aboim Inglez, a “indomável” no parecer do grande poeta José Gomes Ferreira, foi homenageada a 08 de Março, numa iniciativa conjunta da URAP e da Biblioteca-Museu República e Resistência, da Câmara Municipal de Lisboa.
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