"Hoje é dia de festa, mas não podemos deixar de alertar para os perigos que o mundo atravessa com a acumulação de tensões em várias regiões do Mundo. A URAP tem-se associado a outras organizações pela paz e tem tomado posição sobre vários acontecimentos preocupantes, nomeadamente o ataque à Síria, o massacre do povo palestiniano, a prisão ilegal de Lula da Silva, na sequência de um verdadeiro golpe de estado", disse Marília Villaverde Cabral no almoço de comemoração do aniversário da URAP.
O convívio, que decorreu num restaurante em Lisboa, dia 28 de Abril, festejou os 42 anos da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) - fundada a 30 de Abril de 1976 -, foi aberto por César Roussado, da direcção e reuniu cerca de 70 pessoas.


Integrado nas comemorações da revolução do 25 de Abril, organizadas pela Junta de Freguesia do Couço, foi lançado nesta vila o livro "Forte de Peniche – Memória, Resistência e Luta", da autoria da URAP.
A URAP apela a todos os seus sócios e amigos, a todos os democratas e antifascistas, para que participem nas comemorações populares do 25 de Abril, que se realizam por todo o país. Mais do que lembrar a luta contra o fascismo e pela liberdade, homenagear os que lutaram e sofreram, importa transportar estes exemplos para o presente e o futuro, num tempo marcado pela incerteza.
O salão nobre da antiga Capitania de Aveiro, hoje Assembleia Municipal, estava repleto de pessoas para escutarem antigos dirigentes do III Congresso da Oposição Democrática, de 1973, e a responsável da URAP, organização que promoveu a sessão comemorativa.
Por dificuldades naturais na obtenção das respectivas moradas, a URAP torna público que está a dirigir um convite especial aos antigos membros da Comissão Nacional do 3º COD, com vista à sua participação no programa comemorativo de dia 7 de Abril em Aveiro, incluindo designadamente a jornada de confraternização que se realizará às 17.30 no Museu Municipal aquando da inauguração da exposição
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