Foi no Fórum Municipal Luísa Todi, em Setúbal, que decorreu, dia 5 de Junho, o Encontro pela Paz - Pela Paz todos não somos demais, promovido por 12 organizações, entre as quais a URAP, o Conselho Português para a Paz e Cooperação e as Câmaras Municipais de Setúbal e de Loures.
Anabela Carlos, do Conselho Nacional da URAP, interveio no painel sobre Paz e Desarmamento, apelando a todos para que “unamos as nossas vozes pela PAZ, contra o nazi-fascismo, contra ideais e acções fascistas, pela verdade”.
“A PAZ é um estado de equilíbrio e entendimento em si mesmo e entre outros, em que o respeito é adquirido pela aceitação das diferenças, da tolerância, e os conflitos são resolvidos através do diálogo, os direitos das pessoas são respeitados e as suas vozes são ouvidas”, disse.
“Mas não há paz sem igualdade de direitos e oportunidades para todos os seres humanos, tanto no âmbito político como no âmbito económico e social. Não há paz sem igualdade perante a lei, sem o fim da desigualdade social e económica”, acrescentou Anabela Carlos.
A oradora parafraseou o site das Nações Unidas, que afirma: “A paz é sinónimo de sociedades resilientes e estáveis, nas quais todos podem prosperar e desfrutar das suas liberdades fundamentais em vez de terem de lutar pelas suas necessidades básicas”.


Um grupo de sócios da URAP do Barreiro, Almada e Lisboa deslocaram-se ao Porto,
Lisboa comemorou, dia 29 de Maio, o 45º aniversário da URAP, num almoço na Casa do Alentejo com a presença de ex-presos políticos, sócios e amigos, e de José Pedro Soares que fez uma síntese da actividade da organização.
Adelino Pereira da Silva, do Conselho Nacional da URAP, esteve, dia 25 de Maio, na Escola Marquês de Pombal, em Lisboa, para falar sobre a situação de Portugal antes da revolução, da luta clandestina e do 25 de Abril de 1974, no âmbito de um projecto “Um dia cheirou-me a cravos …”e “À conversa com…”.
A União de Resistentes Antifascistas (URAP) juntou-se ao Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), ao Movimento Democrático de Mulheres (MDM), e à União de Sindicatos de Viseu e levaram a cabo, dia 24 de Maio, no Rossio, em Viseu, uma iniciativa de solidariedade, exigindo o fim da agressão e da ocupação da Palestina.
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