O lançamento do livro “Elas estiveram nas prisões do fascismo” decorreu, dia 19 de Junho, na Cooperativa Árvore, no Porto, e contou com várias intervenções de responsáveis da URAP e um concerto de guitarra portuguesa interpretado por Manuel Soares.
Teresa Lopes, do Conselho Directivo, lembrou a fundação da URAP e o contributo nos seus 45 anos de existência para que a memória do que foi o fascismo não seja apagada, nem branqueada. Fez ainda um breve apontamento do conteúdo daquela que é uma laboriosa obra colectiva que traz a público, pela primeira vez, o levantamento e a listagem das 1 722 mulheres que estiveram encarceradas nas várias prisões do fascismo, a partir dos 148 livros do Registo Geral de Presos e outros registos disponíveis na Torre do Tombo.


O coordenador da URAP, José Pedro Soares, abriu a sessão do Conselho Nacional, dia 16 de Junho, na Casa do Alentejo, em Lisboa, reunida para fazer o balanço da actividade e perspectivar o trabalho futuro.
Com a presença de Eulália Miranda, da direcção da URAP, e cerca de 70 convidados, nomeadamente o presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, a URAP organizou um almoço, dia 8 de Junho, para comemorar o 45º aniversário.
«Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo» é o próximo livro que a URAP vai lançar, primeiro no Porto e depois em Lisboa e noutros pontos do País. Trata-se de um estudo sobre a mulher sob o fascismo, nas cadeias e na participação em três fugas, nas lutas sociais e nos combates pela democracia.
O núcleo da URAP no Couço organizou uma reunião, dia 8 de Junho, na Casa do Povo, aberta à população, para dinamizar o núcleo e angariar novos sócios, presidida por Ortelinda da Conceição, do Conselho Nacional.
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