José Pedro Soares, coordenador da URAP e ex-deputado constituinte, falou em nome de cerca de trinta organizações e associações promotoras do acto comemorativo destinado a assinalar a passagem de 48 anos da promulgação da Constituição da República Portuguesa (CRP), no dia 2 de Abril no Largo do Carmo, em Lisboa.
No Porto, as comemorações decorreram na Praça Carlos Alberto, onde interveio Ilda Figueiredo, do Conselho Português para a Paz e Cooperação. Houve igualmente música com Ana Ribeiro e leituras da Constituição por AJAquemDiga e Nuno Meireles.
Elaborada por deputados da Assembleia Constituinte, eleitos a 25 de Abril de 1975, a CRP foi aprovada e promulgada em 2 de Abril de 1976.


A União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) realizou sábado, dia 23 de Março, a Assembleia Geral Ordinária, em sessão presidida pelo presidente da AG, Levy Baptista, na Casa do Alentejo, em Lisboa, com a participação de sócios dos diferentes núcleos espalhados pelo país.
A Casa do Alentejo, em Lisboa, encheu-se para ouvir Ana Pato, do Conselho Directivo da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), e Sandra Esteves do Conselho Nacional do Movimento Democrático de Mulheres (MDM) numa sessão, dia 2 de Março destinada a assinalar o Dia Internacional da Mulher, que se comemora dia 8 de Março, apelando a maior igualdade.
O núcleo da Urap de Vila Nova de Gaia organizou uma sessão pública a que chamou: Como chegamos aqui? Para onde vamos?”, dia 17 de Fevereiro, para a qual convidou o ex-preso político Domingos Abrantes para falar sobre a sua vida e o o seu percurso político.
“O Tarrafal não foi nunca, nem deverá ser, um assunto que só dissesse respeito aos que por lá passaram. (…) O campo destinava-se a liquidar, em condições menos expostas, uma boa parte dos elementos mais firmes da luta contra o fascismo”, afirmou, dia 17 de Fevereiro, António Vilarigues, membro do Conselho Directivo da URAP, junto ao Mausoléu dos Tarrafalistas no cemitério do Alto de S. João, em Lisboa. 
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