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Câmara de Santa Comba Dão insiste em criar museu Salazar, apesar da rejeição das forças democráticas
Um conjunto de
antifascistas, democratas e patriotas da região das Beiras, tomou posição, dia 31 de Maio, contra a intenção da Câmara Municipal de Santa Comba Dão de inaugurar em breve um Museu Salazar, sob o nome de Centro Interpretativo, na antiga Escola-Cantina Salazar, no Vimieiro, freguesia onde nasceu o ditador António Oliveira Salazar.
As primeiras assinaturas do documento são de dirigentes da URAP, da CGTP, economistas, artistas, professores, médicos, e ex-presos políticos, nomeadamente, que condenam mais uma vez a abertura de um local de branqueamento e exaltação do fascismo.
As obras na antiga Escola-Cantina Salazar, no Vimieiro, iniciaram-se em Agosto de 2022 e o presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão, Leonel Gouveia, previa abrir portas no “final de Maio” deste ano como “pré-projecto”, como afirmou à comunicação social em Março passado. Entretanto o ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, diz não ter “conhecimento” nem “acompanhar” a obra.


A Assembleia Geral da URAP elegeu os novos corpos sociais, discutiu e aprovou o Relatório das Contas, o balanço da actividade e o plano de actividades em sessão realizada dia 27 de Maio na Casa do Alentejo, em Lisboa, presidida por Levy Baptista, presidente da AG.
José Pedro Soares, coordenador da URAP, interveio, dia 5 de Maio, na Casa do Alentejo, na sessão de apresentação do livro de poemas "Siempre Abril Sempre”, do historiador e antifascista estremenho Moisés Cayetano Rosado.
A URAP de Beja comemorou o 49º aniversário do 25 de Abril com a realização de sessões em escolas do distrito para contar às novas gerações o que foi a Revolução dos Cravos, lembrando como era o regime fascista e as transformações que a democracia e a liberdade trouxeram aos portugueses.
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