Uma análise das lutas travadas em defesa dos direitos sociais contra a política neoliberal e da extrema-direita é o tema do editorial do Boletim nº 174 da URAP, relativo ao trimestre Julho/Setembro, da autoria de César Roussado, do Conselho Directivo.
Neste número, o Boletim convidou o jornalista José Goulão para falar sobre o golpe de Estado fascista de há 50 anos no Chile, na rúbrica “Cultura é Resistência”, a partir do filme “Chove em Santiago”.
Este e outros filmes sobre a efeméride do golpe do Chile estão a ser exibidos em vários pontos do país por iniciativa dos núcleos da URAP.
Podem-se conhecer notícias sobre as acções que a URAP tem levado a cabo visando a transformação da antiga cadeia do Porto num museu de resistência; sobre o Roteiro da Resistência e Solidariedade, em Peniche; e sobre os contactos da URAP com as escolas para celebrar condignamente os 50 anos do 25 de Abril.
A actividade editorial da URAP é divulgada igualmente, nomeadamente com a apresentação do livro “A Caminho do 25 de Abril, 50 anos do III Congresso da Oposição Democrática” na Feira do Livro de Peniche e, em duas ocasiões, na Festa do Avante. O conteúdo do livro O livro “Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo” foi exposto em sessões em Nisa e Montargil.
O Boletim relata ainda questões como a Paz e a solidariedade para com Cuba, e apresenta uma petição sobre Cambedo da Raia e o pós-guerra civil espanhola.
Lê e divulga o boletim da URAP!


O livro editado pela URAP "A caminho do 25 de Abril, 50 anos do III Congresso da Oposição Democrática" foi apresentado, dias 2 e 3 de Setembro, na Festa do Avante.
Em 6 e 9 de Agosto de 1945, há 78 anos, os Estados Unidos lançavam sobre Hiroxima e Nagasaki duas bombas atómicas que vitimaram 129.000 e 226.000 pessoas, respectivamente, a maioria civis.
O livro "Elas estiveram nas prisões do fascismo" foi apresentado pela URAP em Nisa e Montargil, distrito de Portalegre, dia 16 de Junho.
A jurista Laura Lopes, resistente antifascista, fundadora do Movimento Democrático de Mulheres (MDM), defensora dos direitos das Mulheres e da Paz, com grande actividade antes e depois de Abril, morreu dia 30 de Junho, aos 100 anos.
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