Mário Brochado Coelho, resistente antifascista e advogado, que integrou a Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos e foi advogado de muitos presos políticos, morreu dia 23 de Novembro, no Porto, aos 84 anos.
Brochado Colho, que foi expulso por motivos políticos da Universidade de Coimbra, no final dos anos 50, e viria a concluir a licenciatura em Lisboa, pertenceu ainda ao Cineclube do Porto, à Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto, à Unicepe, e à Cooperativa Cultural Confronto, de que foi fundador. Foi ainda advogado do Sindicato dos Bancários do Norte, tendo participado na criação da CGTP Intersindical.
Entre os presos políticos que defendeu nos Tribunais Plenários do Porto e Lisboa encontra-se Joaquim Pinto de Andrade, presidente de honra do MPLA. Ficaria célebre a sua leitura do depoimento no Tribunal Plenário da Boa-Hora, em 1971.


Manuel Gusmão, poeta, ensaísta, professor universitário e intelectual comunista, morreu, dia 9 de Novembro, em Lisboa, aos 77 anos.
A URAP foi uma das 18 entidades que apoiou a edição do livro “100 Anos do fundo à superfície”, sobre a greve de quatro meses dos mineiros de Aljustrel, no Inverno de 1922, apresentado ao público, dia 1 de Novembro, no Sindicato dos Mineiros, em Aljustrel.
José Pedro Soares, coordenador da URAP, César Roussado, do Conselho Directivo, e Matilde Lima, do Conselho Nacional, compunham a delegação da União de Resistentes Antifascistas Portugueses ao XIX Congresso da Federação Internacional da Resistência (FIR), que decorreu em Barcelona, na Casa Sindical das Comissiones Obreras da Catalunha, nos dias 27 e 28 de Outubro.
O III Encontro pela Paz decorreu, dia 28 de Outubro, no Pavilhão Municipal de Vila Nova de Gaia, com a participação da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), terminando com a aprovação do Apelo à Defesa da Paz nos 50 anos de Abril, pela paz todos não somos demais!
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