Margarida Tengarrinha, resistente antifascista, artista, escritora, professora, ex-deputada à Assembleia da República Portuguesa, militante e dirigente do Partido Comunista Português morreu dia 26 de Outubro no Hospital de Faro, no Algarve, aos 95 anos.
O corpo de Margarida Tengarrinha estará em câmara ardente na Casa Mortuária da Igreja do Colégio em Portimão, na terça-feira, dia 31 de Outubro, a partir das 9:30, saindo às 12:30 para o crematório de Albufeira.
Nascida em Portimão, a 7 de Maio de 1928, Maria Margarida Carmo Tengarrinha iniciou a sua militância política em 1948, no MUD Juvenil, na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa (ESBAL).


Quando a humanidade toma conhecimento de mais um crime de guerra, o bombardeamento de um hospital e o assassinato de cerca de 500 civis, a União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) afirma que é preciso juntar forças e exigir o fim imediato desta guerra genocida.
O coordenador da União de Resistentes Antifascistas Portugueses, a directora do Museu Nacional da Resistência e Liberdade (MNRL) e ex-presos políticos ou familiares intervieram, dia 5 de Outubro, no VII Encontro-convívio organizado anualmente pela URAP na Fortaleza de Peniche, reafirmando a inauguração do museu a 27 de Abril de 2024.
No âmbito da celebração dos 50 anos do 25 de Abril de 1974, o núcleo da URAP do Barreiro convidou, dia 30 de Setembro, o ex-preso político Faustino Reis e professores de várias escolas da cidade para uma visita a ‘Lugares da Resistência Antifascista no Barreiro’.
A URAP, a Associação Conquistas da Revolução e a União dos Sindicatos de Setúbal evocaram, dia 1 de Outubro, por ocasião do aniversário da CGTP, a importância das nacionalizações levadas a cabo pelo processo revolucionário iniciado em Abril de 74.
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