A Associação para a Recuperação da Memória Histórica da Estremadura (ARMHE), que mantem estreita colaboração com a URAP, assinalou uma vez mais o massacre de Badajoz pela Coluna da Morte, comandada pelo Tenente-Coronel Juan Yagüe, que se iniciou em 14 de Agosto de 1936 e fez cerca de 3.800 mortos.
A ARMEHX luta pela divulgação da verdade dos factos ocorridos em Badajoz há 86 anos, pela justiça e pela reparação, ainda que simbólica, junto das famílias, e pela recuperação e identificação das ossadas dos republicanos assassinados e enterrados em valas comuns.
Um dos primeiros jornalistas a deslocar-se a Badajoz, a 15 de Agosto de 1936, foi Mário Neves, que publicou uma série de reportagens sobre o massacre no Diário de Lisboa, muitas delas cortadas pela censura do regime fascista de Salazar.


O mundo atravessa actualmente um dos períodos mais perigosos desde o período final da Segunda Guerra Mundial quando, num acto desnecessário, os Estados Unidos da América (EUA) bombardearam, com armas nucleares, as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, a 6 e 9 de Setembro de 1945.
Dia 21 de Julho, a URAP e a Junta de Freguesia da Misericórdia, em Lisboa, fizeram a apresentação do livro "Elas estiveram nas prisões do fascismo", perante uma audiência de duas dezenas de pessoas. Luísa Rodrigues, do Pelouro da Cultura da Junta, apresentou a sessão. Seguiu-se uma intervenção de José Pedro Soares que falou sobre o livro e sobre a condição e as muitas lutas em que as mulheres participaram e apoiaram.
A apresentação da mais recente publicação da URAP "Os Presos e as Prisões Políticas em Angra do Heroísmo"decorreu na sede da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto no passado dia 22 de Julho.
Em Peniche, na Feira do Livro, apresentou-se o livro “Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo”, uma edição da URAP, dia 14 de Julho, com a presença de José Pedro Soares, coordenador da URAP e ex-preso político.
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