A URAP em conjunto com as Juntas de Freguesia do Couço, no concelho de Coruche, e de Galveias, no concelho de Ponte de Sor, organizou duas sessões, dia 24 de Setembro, destinadas a divulgar os livros “Elas estiveram nas prisões do fascismo”, “Os presos e as prisões políticas em Angra do Heroísmo” e “MJT e a luta dos jovens trabalhadores-fios de memória”.
O coordenador da URAP, José Pedro Soares, falou da actividade editorial produzida pela organização perante cerca de 20 pessoas, em Galveias, e 30, no Couço. Entre os participantes destacam-se as presidentes das juntas Ortelinda da Conceição Graça e Maria Fernanda Bacalhau.


A URAP apresentou durante a Festa do Avante, que decorreu nos dias 2, 3 e 4 de Setembro passado, dois livros editados pela organização, nomeadamente, a última publicação “Os Presos e as Prisões em Angra do Heroísmo”, e ainda “MJT e a luta dos jovens trabalhadores - Fios de Memória”.
O Clube de Praças da Armada (CPA) e a Associação de Praças (AP) convidaram a URAP, representada por Carlos Mateus, do Conselho Directivo, para participar, dia 10 de Setembro, na cerimónia comemorativa do 86º Aniversário da Revolta dos Marinheiros de 8 de Setembro de 1936, do Dia Nacional da Praça das Forças Armadas e do 12º aniversário da inauguração do Monumento ao Marinheiro Insubmisso.
A Associação para a Recuperação da Memória Histórica da Estremadura (ARMHE), que mantem estreita colaboração com a URAP, assinalou uma vez mais o massacre de Badajoz pela Coluna da Morte, comandada pelo Tenente-Coronel Juan Yagüe, que se iniciou em 14 de Agosto de 1936 e fez cerca de 3.800 mortos.
O mundo atravessa actualmente um dos períodos mais perigosos desde o período final da Segunda Guerra Mundial quando, num acto desnecessário, os Estados Unidos da América (EUA) bombardearam, com armas nucleares, as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, a 6 e 9 de Setembro de 1945.
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