A 8 de Maio de 1945, a Alemanha nazi assinava a rendição incondicional que poria fim à II Guerra Mundial. No dia seguinte, 9 de Maio, milhões de pessoas comemoraram nas ruas o que passou à História como o Dia da Vitória.
O Exército Soviético tinha tomado o Reichstag, em Berlim, dia 2, e os Estados Unidos lançavam mesmo assim, dias 6 e 9 de Agosto de 1945, duas bombas atómicas sobre Hiroxima e Nagasáqui, cidades de um Japão já derrotado. A 2 de Setembro, o militarismo japonês capitulava.
Para trás ficava a maior tragédia da história da humanidade. Cerca de 55 milhões de vítimas, entre as quais 20 milhões de cidadãos soviéticos morreram na II Guerra Mundial. Auschwitz e os muitos outros campos de concentração e extermínio nazis estão entre os mais hediondos crimes do nazi-fascismo.


A URAP anuncia a sua mais recente publicação: o livro "Os Presos e as Prisões Políticas em Angra do Heroísmo", que terá o seu primeiro lançamento no dia 9 de Maio nesta cidade açoriana, perante as autoridades locais e uma importante delegação da URAP que se
A URAP promove, todos os anos, sessões, conversas, exposições nas escolas do país com o objectivo de contactar com os jovens para lhes contar o que foi o tempo do fascismo, celebrar o 25 de Abril de 1974 e a construção da democracia.
A URAP organizou, dia 27 de Abril, no âmbito da Comemorações Populares da Revolução dos Cravos, duas cerimónias, em Caxias e Peniche, para evocar a libertação dos presos políticos daquelas cadeias, momento marcante do acto revolucionário do Movimento das Forças Armadas de 25 de Abril de 1974.
Em Lisboa, no Porto, em Vila Franca de Xira, na Moita, em Santarém, em Viseu, em Almada, e em tantos outros lugares, membros e amigos da URAP festejaram o 48º aniversário do 25 de Abril, fazendo exposições, convívios ou integrando-se nos desfiles oficiais das comemorações populares.
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