Apelo Paz sim! Guerra e corrida aos armamentos não!
O respeito pelos princípios do direito internacional, conformes com a Carta da ONU e os constantes na Acta Final da Conferência de Helsínquia, é o caminho para garantir a paz, a segurança, a cooperação, a justiça, os direitos dos povos.
Independentemente de opiniões diversas sobre os desenvolvimentos no plano internacional, como a situação na Palestina ou no Sara Ocidental, as guerras na Ucrânia, no Iémen, na Síria, na Líbia ou no Iraque, entre outros conflitos que flagelam o mundo, une-nos a condenação da guerra, a profunda preocupação com o agravamento da situação mundial e os sérios perigos para a Humanidade que dele decorrem.
O aumento das despesas militares, a corrida aos armamentos, a produção de mais sofisticadas armas, incluindo nucleares, a instalação de mais bases militares em países terceiros, representam uma inquietante ameaça para todos os povos da Europa e do mundo, tanto mais quando se constata o agravamento dos problemas da fome, da doença, da pobreza que afectam grande parte da Humanidade.
O empenho da diplomacia para a solução política dos conflitos não deve ser substituído pela ingerência, pela desestabilização, pelos bloqueios e as sanções, pelas intervenções, invasões e ocupações militares, pela guerra, pelo uso ou a ameaça do uso da força nas relações internacionais com todas as suas dramáticas consequências.


Luísa de Medeiros, José António e Eugénio Ruivo, do núcleo de Mafra da URAP, encontraram-se com três turmas do 9º ano da Escola Básica, no âmbito da disciplina de História, dia 23 de Maio, para falarem sobre o regime fascista que oprimiu Portugal durante 48 anos.
A URAP assinou com a Junta de Freguesia do Pinhal Novo, dia 20 de Maio, um protocolo de colaboração visando a organização de iniciativas conjuntas para preservar a memória da luta antifascista e combater o branqueamento dos crimes da ditadura.
A URAP em parceria com o Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros apresentou, dia 7 de Maio, o livro, "Elas estiveram nas prisões do fascismo", numa sessão moderada por Joana Monteiro do Movimento Democrático de Mulheres (MDM).
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