No âmbito do seu primordial objectivo de preservar a memória histórica da resistência antifascista, a URAP pode agora anunciar que tem em preparação um projecto que preste homenagem à coragem e sacríficos sem conta das muitas mulheres envolvidas no combate contra a ditadura fascista pela democracia e a liberdade.
O referido projecto visa evocar as muitas mulheres que estiveram detidas na prisão fascista de Caxias.
A URAP manifesta a sua profunda convicção de que esta iniciativa se insere no quadro da homenagem aos lutadores antifascistas e constituirá um acto de incontornável justiça e merecida gratidão.


Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, foi a primeira paragem do grupo de 40 antifascistas, membros e amigos da URAP, que se deslocou aos Açores para homenagear cerca de 500 presos políticos que estiveram encarcerados na Fortaleza de S. João Baptista e no Forte de S. Sebastião (Castelinho).
José Pedro Soares, ex-preso político e membro da Comissão de Instalação dos Conteúdos e da Apresentação Museológica (CICAM) do futuro Museu Nacional da Resistência e Liberdade, apelou, dia 2 de Outubro, para que a 27 de Abril de 2019 seja inaugurada parte do museu na Fortaleza de Peniche.
No próximo dia 2 de Outubro completam-se 2 anos sobre o lançamento da petição dirigida à Assembleia da República protestando contra a então anunciada intenção governamental de efectuar a concessão a privados para fins hoteleiros do Forte de Peniche, onde, em condições terrivelmente opressivas, cumpriram penas de prisão por motivos políticos 2498 antifascistas.
A URAP organiza uma viagem aos Açores, com 40 antifascistas, entre 1 e 5 de Outubro próximo, destinada a homenagear os ex-presos políticos da Fortaleza de S. João Baptista e do Forte de S. Sebastião (Castelinho), em Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira.
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