O trabalhador alentejano levou a cabo depois de 25 de Abril de 1974 uma revolução dentro da revolução com a intensificação da luta por melhores salários, condições de trabalho e garantia de emprego. Um forte movimento de ocupação de terras, expropriadas ao latifúndio, conduziu à reforma agrária assente em unidades colectivas de produção exploradas por pequenos agricultores e trabalhadores rurais ou cooperativas. Esta realidade não durou muitos anos, a reforma agrária foi destruída e ao Alentejo voltou o desemprego e os milhares de hectares subaproveitados.
Foi para homenagear o Trabalhador Alentejano que a Casa do Alentejo e a URAP dedicaram todo o dia 19 de Maio com um almoço e outras actividades em que participaram cerca de 200 democratas e antifascistas.
A cerimónia contou também com a assinatura de um protocolo entre a Casa do Alentejo e a URAP, rubricado por João Proença, presidente da Casa do Alentejo, e por Marília Villaverde Cabral, coordenadora da URAP, visando a realização de acções futuras.


Integrado nas comemorações do 44º aniversário do 25 de Abril, foi inaugurado o Monumento aos Resistentes Antifascistas, na nova rotunda do Fogueteiro, visando homenagear os portugueses que durante a ditadura lutaram por um Portugal livre e democrático.
A 3ª edição do livro "Forte de Peniche – Memória, Resistência e Luta", uma iniciativa da URAP, no qual se pode ler a história da fortaleza e dos presos que lá estiveram encarcerados, tem sido lançado em vários pontos do país em colaboração com Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia e outras instituições.
O socialista e advogado António Arnaut, nascido em Cumeeira, Penela, distrito de Coimbra, morreu hoje aos 82 anos em Coimbra, onde estava internado nos hospitais da Universidade.
A URAP festeja todos os anos a revolução do 25 de Abril de 1974, integrando as manifestações que ocorrem em vários pontos do país com destaque para Lisboa e Porto.
Inscreve-te e actualiza a tua quota