Residentes de Mafra, Loures e Lisboa deslocaram-se dia 1 de Julho ao Museu do Aljube, numa visita guiada organizada pela URAP.
A visita foi acompanhada por um guia do Museu e por Eugénio Ruivo que relataram aos presentes o dia-a-dia dos milhares de presos políticos que estiveram naquela cadeia do fascismo.
Os "Curros" (celas escuras, com a dimensão de 2mx1,5m de largura) para onde iam os presos à espera que o telefone tocasse para irem ser torturados na sede da PIDE, na Rua António Maria Cardoso, o trabalho da imprensa clandestina - O Avante e outras publicações -, com desenhos da pintora Margarida Tengarrinha, companheira do pintor José Dias Coelho assassinado pela PIDE em Alcântara nos anos 60, foram mostrados à delegação presente.


José Manuel Tengarrinha, professor catedrático jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, jornalista, escritor, investigador, político, co-fundador do MDP/CDE, morreu dia 29 de Junho, em Lisboa, aos 86 anos.
Vítor Dias, um dos organizadores de "Forte de Peniche, Memória, Resistência e Luta", apresentou em Almada a terceira edição do livro, salientando que esta edição, ampliada e actualizada "coincidiu temporariamente com a passagem de um ano sobre o grande e comovente convívio realizado em Peniche, em 28 de Outubro de 2016, e que deu um grande impulso ao movimento de repúdio - entretanto vitorioso - da possibilidade de entrega da Fortaleza a privados para fins hoteleiros".
Na semana passada, a agência da ONU para refugiados ACNUR informou que quase 70 milhões de pessoas em todo o mundo estão actualmente a fugir da guerra, perseguições e fome. Oitenta e cinco por cento dos refugiados viviam em países de baixos rendimentos. O responsável do ACNUR, Filippo Grandi, apelou às responsabilidades humanitárias dos Estados ricos. "Ninguém se torna um refugiado voluntariamente, mas nós os outros podemos ajudar".
No início de Junho 2018, no maior local de encontro e de educação em Dortmund,a Casa de Dietrich Keuning, abriu a exposição da FIR "Resistência Europeia contra o nazismo 1922-1945". Frente a cerca de 150 convidados,incluindo muitos jovens, o Presidente da Câmara de Dortmund, Birgit Jörder,deu as boas vindas e enfatizou o significado do trabalho de lembrar os anti-fascistas para os cidadãos da cidade.
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