No âmbito das Comemorações dos 100 Anos do Partido Comunista Português, decorreu ontem, dia 2 de Março, uma homenagem aos presos políticos que perderam a vida no Campo de Concentração do Tarrafal, na qual a URAP foi representada por Marília Villaverde Cabral e José Coelho, coordenadora do Conselho Directivo e membro do Conselho Nacional, respectivamente.
Um grupo, simbólico, de resistentes juntou-se junto ao Mausoléu dos Tarrafalistas, no cemitério do Alto de S. João, em Lisboa, onde Jerónimo de Sousa encerrou a sessão, referindo que, mesmo com a pandemia, não se podia deixar de homenagear os heróis que deram a vida pela liberdade e que são parte integrante da história do Partido.
Isabel Guimarães, da Organização de Lisboa do PCP, falou em primeiro lugar, afirmando que no mesmo dia decorreriam homenagens simbólicas em vários locais onde foram assassinados membros do PCP, como José Dias Coelho (Alcântara, Lisboa), Alfredo Dinis - Alex (Bucelas), Catarina Eufémia (Baleizão),e Caravela e Casquinha (Santiago do Escoural).



O presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão garante, em comunicado datado de 13 de Fevereiro, que a criação do Centro de Interpretação do Estado Novo, a funcionar na antiga Escola Cantina Salazar, no Vimieiro, “é para continuar”.
Há 60 anos, a 4 de Fevereiro, jovens ligados ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) atacaram a cadeia de S. Paulo e a Casa de Reclusão, em Luanda, visando libertar nacionalistas angolanos encarcerados pela polícia política colonialista, além de um posto da PIDE e da rádio oficial de Angola. Estavam armados com paus e catanas.
Chovia muito no dia 18 de Fevereiro de 1978. Nesse dia, os restos mortais de 32 antifascistas portugueses que não sobreviveram no Campo de Concentração do Tarrafal seriam sepultados no cemitério do Alto de S. João, em Lisboa.
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