Amílcar C
abral, o fundador do Partido Africano da Independência da Guine e Cabo Verde (PAIGC), “grande combatente pela independência africana”, eleito pela BBC, em 2020, como o segundo maior líder mundial de sempre, foi assassinado em 20 de Janeiro de 1973, em Conacri, em circunstâncias ainda hoje não totalmente claras, antes de ver as duas colónias portuguesas tornarem-se independentes.
Nascido na cidade guineense de Bafatá, em 12 de Setembro de 1924, filho de cabo-verdianos, um dos principais teóricos da luta pela independência de Guiné Bissau e Cabo Verde, está entre os grandes nomes da luta nacionalista africana, e, numa lista elaborada por historiadores para a BBC em 2020, foi considerado o segundo maior líder mundial de todos os tempos, depois de Maharaja Ranjit Singh, modernizador e unificador, líder do império sikh do início do século XIX.
Amílcar Cabral foi escritor e Engenheiro Agrónomo, formado no Instituto Superior de Agronomia (ISA), em Lisboa, onde iniciou a sua a actividade académica e política com outros estudantes anticolonialistas em Portugal.
Em 1956, Amílcar Cabral funda o PAIGC, uma organização revolucionária armada que, no início da década de 1960, iniciou a luta armada contra o regime colonial, e desenvolve uma intensa actividade diplomática junto às Nações Unidas.


O escultor João Cutileiro, que trabalhou o mármore com genialidade, autor do Monumento ao 25 de Abril, instalado no Parque Eduardo VII, em Lisboa, entre muitas outras obras, resistente antifascista desde os anos 50, morreu hoje em Lisboa aos 83 anos, vítima de problemas respiratórios.
Carlos do Carmo, um dos maiores nomes da música portuguesa contemporânea, em especial do fado, e uma voz na luta pela liberdade e pela construção de Abril, morreu dia 1 de Janeiro aos 81 anos no Hospital de Santa Maria em Lisboa, vítima de um aneurisma.
O ensaísta, filósofo, crítico literário, professor e conselheiro de Estado Eduardo Lourenço morreu terça-feira, 1 de Dezembro, em Lisboa aos 97 anos. Nasceu a 23 de maio de 1923 em S. Pedro do Rio Seco, na Beira Alta.
Nikias Skapinakis, um dos nomes maiores da pintura portuguesa da segunda metade do século XX, antifascista desde a juventude, morreu dia 26 de Agosto, em Lisboa, aos 89 anos.
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