Uma grande faixa, na qual se lia “Tarrafal nunca mais”, abriu hoje o cortejo em Lisboa desde a Praça Paiva Couceiro até ao memorial dos tarrafalistas no cemitério do Alto de S. João, onde decorreu a cerimónia anual de evocação e homenagem aos presos políticos que morreram no campo de concentração, em Cabo Verde.
Ana Páscoa, do Conselho Directivo da URAP, foi a oradora da cerimónia, apresentada por Inês Fonseca, do Conselho Nacional, que reuniu largar centenas de pessoas oriundas de vários núcleos da URAP do país, junto ao mausoléu onde se lê “Aos que na longa noite do fascismo foram portadores da chama da liberdade e pela liberdade morreram no Campo do Tarrafal”.


Vítor Dias, militante antifascista desde os finais dos anos 60, membro do Conselho Nacional da URAP, e do PCP, morreu quarta-feira, dia 25 de Fevereiro, em Lisboa, vítima de cancro.
Cumpre-se 48 anos da trasladação dos restos mortais dos antifascistas assassinados no Campo de Concentração do Tarrafal, a 18 de Fevereiro de 1978, aberto há 90 anos. Este Sábado, dia 21 de Fevereiro, homenageamos estas vítimas do fascismo.
Maria José Ribeiro, a democrata, a antifascista, a ex-presa política, a dirigente da URAP, a sindicalista fundadora da CGTP, a militante comunista e membro do Movimento Democrático de Mulheres (MDM) fez 90 anos no passado dia 12 de Janeiro.
No âmbito das comemorações do 50º aniversário da URAP, a Casa do Alentejo acolheu, dia 24 de Janeiro, a exibição do filme documental “A Voz das Camaradas”, do realizador João Lopes. 
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