A obra, dedicada à Conferência Internacional, que decorreu, dia 26 de Abril, na Escola Secundária de Camões, compila as intervenções das personalidades portuguesas e estrangeiras que a URAP convidou para a conferência, e que participaram igualmente num conjunto de outras celebrações destinadas a comemorar os 50 anos do 25 de Abril.
O livro, de Janeiro de 2025, inicia-se com a Introdução sobre a necessidade da valorização da memória histórica e da actualização da actividade antifascista.
Entre os oradores da conferência destacamos o secretário-geral da Federação Internacional de Resistentes (FIR), Ulrich Schneider, e o coordenador da URAP, José Pedro Soares.
O teor das intervenções traçou uma avaliação do contexto europeu e mundial, contribuíu para melhorar a intervenção social e política dos resistentes antifascistas e
condenou as diversas expressões e movimentos de extrema-direita fascizantes que as ameaçam o país, a Europa e o mundo:


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A Assembleia Geral (AG) da URAP reuniu-se dia 22 de Março na Casa do Alentejo, em Lisboa, com 194 associados, provenientes de 37 concelhos, para eleger os novos corpos sociais para o biénio 2025-27, discutir e aprovar o Relatório das Contas, o Balanço da Actividade e o Plano de Actividades, numa sessão presidida por Levy Baptista, presidente da AG.
A União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP) foi de novo surpreendida pelas notícias de um projeto que se esperava estar definitivamente enterrado. Custa a compreender que um presidente de Câmara de maioria PS e conhecidos investigadores de história contemporânea, conhecedores do que foi o fascismo e os seus crimes, retomem projeto tão contestado, tão repudiado por democratas e antifascistas e, uma vez mais desrespeitem, com retocados argumentos, sentimentos de todo um povo que tanto sofreu e lutou para se libertar da opressão e do terror.
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