A manifestação, convocada pela Interjovem - CGTP-IN, que hoje reúne jovens trabalhadores de vários pontos do país no Campo das Cebolas, em Lisboa, para celebrar o Dia da Juventude, sob o lema “Produzimos a riqueza-Queremos o que é nosso-Exigimos soluções”, tem o apoio da URAP, que instalou no local uma banca para venda do livro sobre o tema.
"MJT e a Luta dos Jovens Trabalhadores - Fios de Memórias", lançado a 9 de Fevereiro de 2019, na Voz do Operário, em Lisboa, foi editado pela URAP para celebrar os 50 anos da criação do Movimento da Juventude Trabalhadora (MJT) enquanto experiência singular de organização e luta dos jovens trabalhadores que se desenvolveu nos últimos anos da ditadura fascista e início da Revolução de Abril.
Segundo a Interjovem, que promoveu a manifestação, “a política de baixos salários não permite aos jovens trabalhadores terem uma vida digna”, e o facto de “trabalhar com horários desregulados, contratos a prazo, sujeitos à exploração e ao assédio, não permite fazer planos para o futuro”.


O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, retirou a autorização de cedência do Teatro Rivoli para um concerto promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) marcado para domingo, 27 de Março, por ser “promovido sob a égide de um partido político que tem vindo a branquear o hediondo ataque da Rússia”.
Condenar a guerra e exigir a paz foi o mote de todas as intervenções dos participantes da sessão organizada pela União dos Sindicatos de Braga (USB), com a participação da URAP, dia 23 de Março, em Braga.
O livro “Elas estiveram nas prisões do fascismo” foi apresentado durante o mês de Março por dirigentes da URAP na Biblioteca Municipal Ary dos Santos, em Sacavém, no Palácio Landal em colaboração com a Sociedade Recreativa Operária, em Santarém, e no Ginásio Atlético Clube, da Baixa da Banheira.
O núcleo da URAP de Santa Iria da Azoia promoveu, dia 20 de Março, uma deslocação de um grupo de 30 pessoas ao Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, para assistir à peça “Além da Dor” baseada num texto do britânico Alexander Zeldin, traduzido por Margarida Vale de Gato, com encenação de Rodrigo Francisco.
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