Vinte e sete neonazis começaram ontem, dia 23 de Fevereiro, a ser julgados por crimes de ódio racial e sexual, ofensas corporais, incitamento à violência, tentativa de homicídio, tráfico de droga e posse de arma proibida, num processo ligado aos 'hammerskins'.
Este grupo, que foi desmantelado no decorrer de uma operação da Unidade Nacional Contraterrorismo (UNCT) da Polícia Judiciária (PJ), em 2016, é conotado com o movimento Portugal Hammerskins (PHS), grupo que enaltece a superioridade racial da 'raça' branca face às demais.
Dois dos neonazis agora em Tribunal, Jaime Hélder e Nuno Cerejeira, já contam com condenações no julgamento dos ataques que culminaram no assassinato de Alcindo Monteiro em 1995.


A URAP promove, de 8 a 12 de Maio, uma viagem às Ilhas Terceira e S. Miguel, nos Açores, que tem como objectivo principal o lançamento de um livro sobre os presos políticos que estiveram encarcerados na Fortaleza de S. João Baptista e no Castelinho, na cidade de Angra do Heroísmo, Ilha Terceira.
A URAP prestou homenagem, dia 19 de Fevereiro, aos antifascistas mortos no Campo de Concentração do Tarrafal, em Cabo Verde, junto ao mausoléu memorial, erguido no cemitério do Alto de S. João, em Lisboa, que contém os restos mortais transladados em 1978, e acompanhados, sob uma chuva intensa, por uma imensa multidão de portugueses.
O livro "Elas estiveram nas prisões do fascismo" foi apresentado, dia 12 de Fevereiro, no Auditório Municipal de Pinhal Novo, concelho de Palmela, no dia do 94º aniversário daquela Junta de Freguesia, numa sessão conduzida por Pedro Soares, membro do Conselho Nacional da URAP.
A Voz do Operário homenageou, dia 12 de Fevereiro, Marília Villaverde Cabral, vice-presidente da Assembleia Geral da URAP e coordenadora da organização entre 2009 e 2020, em “reconhecimento de uma vida inteiramente dedicada às causas dos trabalhadores e do povo português”. 
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