Condenar a guerra e exigir a paz foi o mote de todas as intervenções dos participantes da sessão organizada pela União dos Sindicatos de Braga (USB), com a participação da URAP, dia 23 de Março, em Braga.
Os oradores - Jorge Matos da URAP, Ilda Figueiredo do CPPC, Manuela Silva do MDM e João Coelho da CGTP-IN - defenderam unanimemente negociações eficazes entre a Rússia e a Ucrânia para pôr termo à guerra e o restabelecimento da paz na região.
Após assinalarem o papel parcial e mistificador dos media em geral, Jorge Matos
contextualizou o longo processo que conduziu a esta grave situação e abordou a expansão da NATO após 1990 e as ameaças e agressões dos EUA aos povos de todos os continentes.
O papel das organizações e forças democráticas para pôr fim à guerra, foi também referido, bem como a necessidade de reclamar junto do Governo português para que este defenda nas instâncias internacionais de que faz parte, a saber UE, NATO, ONU, as negociações entre as partes e uma solução pacífica, e para que recuse qualquer solução que aponte para o reforço de armamento ou dos orçamentos militares dos países membros.


O livro “Elas estiveram nas prisões do fascismo” foi apresentado durante o mês de Março por dirigentes da URAP na Biblioteca Municipal Ary dos Santos, em Sacavém, no Palácio Landal em colaboração com a Sociedade Recreativa Operária, em Santarém, e no Ginásio Atlético Clube, da Baixa da Banheira.
O núcleo da URAP de Santa Iria da Azoia promoveu, dia 20 de Março, uma deslocação de um grupo de 30 pessoas ao Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, para assistir à peça “Além da Dor” baseada num texto do britânico Alexander Zeldin, traduzido por Margarida Vale de Gato, com encenação de Rodrigo Francisco.
Uma delegação da Asociación para la Recuperación de la Memoria Histórica de Extremadura (ARMHEX), composta pelo presidente, José Manuel Corvacho, Júlia Corvacho, Moisés Cayetano Rosado e Rosa Maria Rosado, esteve em Lisboa, a convite da URAP, dia 18 de Março, para uma troca de opiniões, informações e experiências, visando o desenvolvimento de uma colaboração entre as duas organizações.
Jorge Silva Melo, 73 anos, antifascista e figura maior da cultura portuguesa, encenador, actor, dramaturgo, cineasta, tradutor, crítico, professor, morreu na noite de 14 de Março, em Lisboa, vítima de cancro.
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