António Regala, antifascista desde a juventude e membro do Conselho Nacional da União dos Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), morreu hoje, 15 de Janeiro, em Aveiro, aos 69 anos, e a cerimónia fúnebre realiza-se domingo na Capela da Misericórdia às 11:30.
Natural de Aveiro, onde nasceu a 17 de Janeiro de 1952, pertenceu aos Jovens Democratas de Aveiro, e foi membro, em 1973, da Comissão Executiva do III Congresso da Oposição Democrata de Aveiro. Havia aderido quatro anos antes, em 1969, ao Partido Comunista Português.
Profundamente ligado desde a infância ao Bairro da Beira-Mar, integrou colectividades como o Círculo Experimental de Teatro de Aveiro (CETA) e o Sport Clube Beira-Mar, do qual foi presidente.
Após a Revolução de Abril lutou pela defesa das conquistas democráticas e desempenhava actualmente um importante papel na criação e dinamização do núcleo de Aveiro da URAP.


Silvestre Lacerda é licenciado em História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e possui o curso de especialização em Ciências Documentais, opção Arquivo, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. O director da Direcção-Geral dos Livros, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB), desde 2015, é o responsável pelo Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
Cambedo da Raia, aldeia raiana do concelho da Chaves, que integrou um corredor de salvamento de quem fugia da violenta repressão franquista na Galiza, foi homenageado dia 18 de Dezembro por um grupo de 42 portugueses representante da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas-UNL, do Museu do Aljube Resistência e Liberdade, do Coro da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, e de outras associações antifascistas, entre as quais a URAP.
A Sociedade 1°de Agosto Santairiense acolheu, dia 19 de Dezembro, a apresentação por Marília Villaverde Cabral do livro “Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo”, numa sessão organizada pelo núcleo da URAP de Santa Iria de Azóia, com a presença de cerca de 40 pessoas.
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