O Boletim nº 167 da URAP, relativo ao quarto trimestre, o último do ano de 2021, já se encontra em distribuição e apresenta as Boas Festas a todos os sócios e amigos da URAP. Pode ser consultado também aqui.
A URAP entrevistou o director do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Silvestre Lacerda, e dedica as páginas 10 e 11 a esse diálogo, sob o título “Quilómetros de História por Palmilhar sobre o Fascismo e a Resistência”, no qual se aborda o trabalho do maior arquivo português e a cooperação entre o ANTT e a URAP, entre outros assuntos.
O editorial é dedicado ao antifascismo, como uma luta a levar a cabo hoje, e a página 4 descreve uma viagem de resistência a Badajoz que teve a participação de 34 activistas.
A página 2, “Em Movimento” é dedicada à última edição da URAP, o livro “Elas Estiveram nas Prisões do Fascismo”, que vem sido apresentado em diversos pontos do país; enquanto a página 3 relata o Conselho Nacional da URAP, que decorreu na Casa do Alentejo, dia 13 de Outubro passado, e a realização de um Ciclo de Cinema organizado pelo núcleo da Moita.
O V Encontro/Convívio na Fortaleza de Peniche, que levou àquela antiga prisão do fascismo cerca de 300 pessoas, está tratado na página 5. E na página 12 aborda a sessão que a URAP promoveu para comemorar os 100 anos do Partido Comunista Português, grande partido da resistência ao fascismo e da construção do Portugal democrático.


A URAP foi convidada para uma palestra sobre a luta clandestina nos tempos da ditadura fascista, a Revolução de 25 de Abril de 1974 e os objectivos alcançados, dia 13 de Dezembro, na EPI – Escola Profissional de Imagem, Lisboa, a convite de duas professoras da escola.
O auditório da Torre do Tombo acolheu, dia 15 de Dezembro, uma sessão pública promovida pela URAP para celebrar o centenário da Seara Nova, importante e histórica revista de intervenção democrática, fundada a dia 15 de Outubro de 1921 por Aquilino Ribeiro, Augusto Casimiro, Azeredo Perdigão, Câmara Reys, Faria de Vasconcelos, Ferreira de Macedo, Francisco António Correia, Jaime Cortesão, Raul Brandão e Raul Proença.
Adriano Correia de Oliveira, figura da resistência ao fascismo e grande nome da canção de intervenção portuguesa, morreu aos 40 anos, em 16 de Outubro de 1982. Para o lembrar, o Centro Artístico Adriano Correia de Oliveira está a convidar pessoas, colectividades e instituições a aderirem ao projecto de Comemoração dos 80 anos do Adriano.
Rita Rato, directora do Museu do Aljube, Resistência e Liberdade, apresentou o livro “Elas estiveram nas prisões do fascismo”, dia 14 de Dezembro, no Almazém 8, em Évora, numa sessão dirigida por Sara Fernandes, do núcleo da URAP, e na presença de cerca de 40 pessoas.
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