Luís Filipe Costa, jornalista, radialista, realizador de televisão, actor e encenador, morreu dia 21 de Julho, aos 84 anos. Na madrugada de 25 de Abril de 1974, a sua voz ecoou nos microfones do Rádio Clube Português: "Aqui, posto de comando do Movimento das Forças Armadas".
Democrata e antifascista, pertenceu ao MUD Juvenil, foi a voz da revolução do 25 de Abril quando às 8:00 entrou na rádio e leu todos os documentos do MFA. Luís Filipe Costa nasceu a 18 de Março de 1936, foi autor de mais de 30 telefilmes de ficção, tendo trocado o curso da Faculdade de Economia por uma carreira no mundo da rádio.
Iniciou a sua carreira profissional como radialista na Emissora Nacional. Posteriormente, entrou para o Rádio Clube Português, onde dirigiu o Serviço de Noticiários e operou uma verdadeira revolução na informação. Trabalhou igualmente na RTP, onde realizou filmes de ficção, documentários e peças de teatro. Foi o responsável pela realização televisiva do derradeiro concerto de José Afonso no Coliseu dos Recreios.


A URAP e a Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC) assinaram, dia 17 de Julho, em Peniche, um protocolo de cooperação que visa o desenvolvimento de um conjunto de acções, nomeadamente partilha de conteúdos, previstas no projecto de criação do Museu Nacional da Resistência e da Liberdade.
A URAP apoia a
A URAP congratula-se com aprovação por unanimidade, dia 9 de Junho, pela Assembleia da República, da concessão de honras de Panteão Nacional a Aristides de Sousa Mendes, o cônsul português em Bordéus que salvou a vida de milhares de judeus durante a II Guerra Mundial.
"Um democrata não morre, quando sucumbe transmite o facho e perdura nele", disse o médico, escritor neo-realista e antifascista Mário de Sacramento, que hoje completaria 100 anos, e a quem a URAP presta homenagem pela sua vida dedicada ao combate ao fascismo, que levou à instauração da democracia em Portugal.
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