A URAP, como organização antifascista, anti-racista e de defesa da democracia e dos direitos humanos, protesta contra o assassinato do cidadão norte-americano George Floyd pela polícia da cidade de Minneapolis, solidariza-se com o povo dos EUA pelas manifestações e protestos, violentamente reprimidos, que realizam diariamente desde 25 de Maio e responsabiliza a política racista e de repressão da administração Trump.
George Floyd foi assassinado pelo polícia Derek Chauvin, na presença de outros agentes, que, depois de o deitar por terra, ajoelhou-se no pescoço durante sete minutos, e o matou "por asfixia devido à compressão do pescoço e das costas que levou à falta de fluxo sanguíneo para o cérebro", segundo a autópsia independente.
Este crime de brutalidade policial vem na sequência de muitos outros semelhantes ao longo da História dos EUA e levantou uma onda de repúdio por parte do povo norte-americano e dos povos de todo o Mundo, à qual a URAP se associa. Em particular, a URAP rejeita e combate a tentativa de criminalização do movimento antifascista vergonhosamente associado a terrorismo pelo presidente norte-americano.
O combate ao racismo e a discriminação é imperioso tanto nos Estados Unidos como em Portugal, e em todos os países do mundo. Para os combater, a URAP associa-se às iniciativas convocadas pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) "Pela justiça e a igualdade social. Solidariedade com o povo dos EUA" e apela aos democratas portugueses para que participem nelas:
9 JUNHO
. LISBOA – 18:00 Sessão de Solidariedade, Praça do Martim Moniz
. PORTO – 17:30 Acto público, Largo frente à Casa da Música - Boavista


A URAP – uma das onze entidades que aderiram ao Encontro Pela Paz que decorrerá a 5 de Junho de 2021 – esteve presente, dia 29 de Maio, na conferência de imprensa de apresentação do evento, uma iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Setúbal e do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).
A petição "de repúdio e exigência de que se trave e abandone a anunciada criação do ´Museu Salazar´, com esse ou outro nome, em Santa Comba Dão" foi admitida para discussão na Comissão Parlamentar de Cultura e Comunicação, em reunião realizada no passado dia 26 de Maio.
Maria Velho da Costa uma das escritoras maiores da literatura portuguesa, feminista, antifascistas morreu sábado, dia 23 de Maio, em Lisboa, aos 81 anos.
Com uma capa alusiva ao 8 de Maio de 1945 – quando o povo festejava o fim da II Guerra Mundial em França e o governo colonialista francês levava a cabo um massacre nas cidades argelinas de Sétif, Guelma e Kherrata (*) - o jornal editado pela Federação Nacional dos Deportados e Internados, Resistentes e Patriotas de França publica o artigo "Resistência Antifascista em Portugal", de Marília Villaverde Cabral.
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