Passam hoje quatro anos da realização do grande convívio na Fortaleza de Peniche, a 29 de Outubro de 2016, organizado por ex-presos políticos, familiares, amigos, democratas de diferentes sensibilidades com o apoio e envolvimento da URAP, iniciativa que marcou o grande impulso do movimento de repúdio à intenção do governo de utilizar a antiga cadeia para fins hoteleiros, ao abrigo do programa REVIVE.
A Fortaleza de Peniche, uma das mais sinistras cadeias da ditadura sempre considerada como símbolo maior da resistência antifascista, funcionou até 27 e Abril de 1974.
Esta data assinala também o lançamento de uma Petição dirigida à Assembleia da República, que em poucos dias recolheu cerca de 9 600 assinaturas, condenando a intenção do governo e reclamando que naqueles espaços da antiga cadeia de alta segurança do fascismo se instalasse um museu da resistência e liberdade.
A luta foi ampla e vitoriosa. Conhecem-se hoje as decisões, os avanços, os passos dados e o muito que ainda há a fazer. Por isso a celebração da vitória e a continuação da luta.
Encontro-convívio - 29 de Outubro de 2016
Inauguração da primeira fase do museu


A URAP, como organização de antifascistas e resistentes portugueses, saúda o povo chileno pela decisão, em referendo, de substituir a Constituição do país em vigor há 40 anos, elaborada no tempo da ditadura militar de Augusto Pinochet (1973-1990), por uma lei fundamental democrática e progressista.
A segunda parte da Assembleia-Geral da URAP decorreu, dia 24 de Outubro, na Casa do Alentejo em Lisboa, para apresentação, discussão e votação do Relatório e Contas de 2019, com a presença de mais de 20 pessoas.

Inscreve-te e actualiza a tua quota